segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Profecia Zulu

Credo Mutwa, um Sanusi (Xamã) Zulu e ancião Sul-africano de 80 anos, numa conferência dada na Califórnia em Outubro de 1999 disse o seguinte:

“ Foi-me dito pelos grandes contadores de histórias das nossas tribos que uma vez, há muitos anos atrás, uma estrela terrível, chamada Mu-Sho-Sho-no-no, uma estrela com uma cauda muito comprida, desceu muito próximo dos nossos céus. Surgiu tão próximo que a Terra virou-se de cabeça para baixo, o mundo inteiro virou-se de cabeça para baixo. O Sol ergueu-se no Sul e se pôs no Norte.
Depois caíram coisas pretas que ardiam, como se fosse alcatrão derretido, queimaram todos os seres vivos na Terra que não puderam escapar. Depois disso veio um terrível dilúvio de água acompanhado por ventos tão grandes que levaram os topos inteiros das montanhas para bem longe. E depois disso vieram enormes pedaços de gelo, maiores do que qualquer montanha e o mundo inteiro ficou coberto com gelo durante muitas gerações.
Depois disso, as pessoas que sobreviveram viram uma paisagem espantosa. Viram rios e riachos de água dos quais puderam beber e também viram que alguns dos peixes que escaparam do mar estavam agora a viver nestes rios. Esta é a grande história dos nossos antepassados. E foi-nos dito que estas coisas vão voltar a acontecer em breve, porque a grande estrela, que é a lava do nosso sol, voltará num dia do ano do touro vermelho, que é o ano de 2012”.

De acordo com os Zulus, a humanidade está actualmente no sexto mundo. A tradição diz que o senhor do céu Nkulunkulu, com a ajuda da rainha celeste Nomkubulwana, criou e destruiu o mundo cinco vezes. Este sexto mundo é um mundo difícil, cheio de ignorância, dor, sofrimento, fome, guerras e conflitos.
Nkulunkulu e Nomkubulwana irão destruir este sexto mundo e estabelecer o sétimo mundo. O sétimo mundo irá ser uma Terra perfeita onde a morte, a dor e o sofrimento serão desconhecidos. A humanidade viverá num tempo de felicidade e harmonia. Por causa das imperfeições, dor e sofrimento do sexto mundo, os grandes deuses decidiram trazer para este tempo e espaço seres humanos especiais que vieram do quinto mundo, que foram salvos dele mesmo antes de ser destruído. Estes humanos do quinto mundo foram cuidadosamente escolhidos porque eram muito hábeis como curandeiros, professores e pacificadores. Eles foram trazidos para o sexto mundo para confortar e redimir a humanidade sofredora. A mesma selecção voltará a ser feita com a chegada do sétimo mundo. Os Zulus falam também da chegada de Leizwi, uma personagem heróica, que chegará no final do sexto mundo.
A profecia dos Zulus apresenta algumas semelhanças com as histórias contadas por tantos outros povos, tais como os Hopis. A chegada de um novo mundo marcada pelo aparecimento de um astro parece ser o tema central em muitas destas profecias.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Calendário dos Cherokees

Os Cherokees, que são um povo ameríndio da América do Norte, têm um antigo calendário que termina em 2012, tal como o dos maias.

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Calendário Maia corrobora Profecia Hindu


Algumas fontes sugerem que estamos actualmente a aproximar-nos do final do Kali Yuga (Idade do Ferro) que, segundo a tradição Hindu, é a última e mais negativa das quatro eras evolucionárias do grande ciclo manvantárico. Existiu uma Idade de Ouro (Satya Yuga), mas à medida que o tempo avançou, o planeta entrou numa espiral descendente negativa e a qualidade de vida em cada Yuga (Idade ou Era) tornou-se gradualmente removida do conhecimento da verdade e da lei natural. O Kali Yuga é caracterizado pela intoxicação, prostituição, matança de animais, destruição da natureza e pelo vício do jogo. Esta é a era onde a gratificação dos sentidos é a meta da existência, onde se acredita somente no que se vê, onde não existe misericórdia e onde Deus se tornou um mito. Existem guerras, o vício e a ignorância são dominantes e a verdadeira virtude é praticamente inexistente. Os líderes que governam a Terra são violentos e corruptos e o mundo tornou-se completamente pervertido.
Segundo os preceitos do hinduísmo, Kalki, o 10º e final avatar de Vishnu, virá montado num cavalo branco, manuseando uma espada flamejante com a qual irá derrotar o mal e restaurar o dharma, dando início a um novo ciclo, uma nova Idade de Ouro ou Satya Yuga. No “Brahma-Vaivarta Purana”, que é um texto religioso Hindu, o senhor Krishna diz a Ganga Devi que uma nova Idade de Ouro irá começar 5 000 anos depois do início do Kali Yuga e que esta durará 10 000 anos.
Esta previsão da chegada de um novo mundo é também profetizada pelos maias. O calendário maia começou com o 5º Grande Ciclo em 3113 a.C. e terminará em 21 de Dezembro de 2012. O Kali Yuga Hindu começou em 18 de Fevereiro de 3102 a.C. Só existe uma diferença de 11 anos entre o começo do Kali Yuga e o começo do 5º Grande Ciclo dos maias. Os antigos Hindus utilizaram principalmente calendários lunares, mas também calendários solares. Se o calendário lunar normal equivale a 354,36 dias por ano, então seriam 5270 anos lunares desde que começou o Kali Yuga até à data de 21 Dezembro de 2012. São cerca de 5113 anos solares de 365,24 dias por ano desde o início do Kali Yuga até ao Solstício de Inverno de 2012. Desta forma, o calendário Maia parece corroborar o calendário Hindu.
Quer por anos solares ou lunares, de acordo com as antigas escrituras Hindus, parece ter chegado o tempo da profecia de Krishna se realizar. Uma idade de ouro pode assim começar em 2012. É impressionante porque ambos os calendários começam mais ou menos ao mesmo tempo, há cerca de 5000 anos atrás e ambos prevêem um novo mundo totalmente diferente, uma Idade de Ouro que se iniciará cerca de 5000 anos depois do começo dos mesmos. E não deixa de ser espantoso porque, historicamente, estas duas culturas antigas não tiveram nenhum tipo de contacto. Mais uma vez parece existir alguma verdade por detrás disto.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Profecias dos Índios Hopis


Os Hopi são uma nação nativo americana dos Estados Unidos da América que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, com 1,5 milhões de acres (6 000 km²), que está rodeada pela reserva Navajo. Alguns Hopi vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no oeste do Arizona.
Este povo continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado que a maioria dos outros nativos americanos. A religião dos Hopi é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Maasaw, Criador e Protector do Mundo. Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra. Possuem uma cosmogonia que em tudo se assemelha a concepções que parecem repetir-se por todo o planeta, facto indicativo de que, de algum modo, toda a Humanidade recebeu as suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido ao longo do tempo pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.
Os Hopi também acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando esta tradição que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções - seja planeta, asteróide ou cometa - produzirá, evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. Este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a ideia de uma punição, de um karma negativo a ser resgatado, prevendo que uma estrela azul virá coroar uma sequência de nefastas acções perpetradas pelos homens: irá acontecer uma guerra e esta será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Somente os Hopi, ou os Pacíficos, serão poupados, restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Os sinais que anunciam o grande final já estão a ocorrer há algum tempo e são igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela Humanidade. Os Hopi, assim como outros povos, foram salvos de uma grande dilúvio no passado e estabeleceram um acordo com o Grande Espírito (O Criador) em que nunca se separariam dele. Então ele fez um conjunto de tábuas de pedra sagradas chamadas Tiponi nas quais inseriu os seus ensinamentos, profecias e avisos.
A profecia mais persistente e confirmável é uma que foi dada nos tempos antigos pelos Anciães Hopi. Esta profecia foi passada através da tradição oral e pela referência às tábuas antigas. Os anciães revelaram que haveria nove Sinais antes que surgisse o 5º Mundo. Este seria um mundo de paz e de abundância - uma Nova Terra. De acordo com Pena Branca, um Hopi do antigo Clã dos Ursos, a profecia se realizaria assim:

"O Quarto Mundo terminará em breve e o Quinto Mundo começará. Os anciães sabem disto. Os Sinais no decorrer dos anos foram realizados e assim poucos restam.”

"Este é o Primeiro Sinal: Foi-nos dito da vinda dos homens de pele branca, como Pahana, nosso perdido Irmão Branco das Estrelas. Mas estes homens não viverão como Pahana, eles serão homens que tomarão a terra que não é deles e os homens que atacarão os seus inimigos com o trovão (armas).”

"Este é o Segundo Sinal: As nossas terras verão a vinda das rodas cheias de vozes. Na sua juventude, o meu pai viu esta profecia realizar-se com os seus olhos – os homens brancos que trouxeram as suas famílias em vagões pelas pradarias.”

"Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo com grandes e longos chifres assolará a Terra em grande número. Estes Penas Brancas viram com os seus olhos – a vinda do gado de longos chifres dos homens brancos.”

"Este é o Quarto Sinal: A Terra será atravessada por cobras de aço – os caminhos-de-ferro".

"Este é o Quinto Sinal: A Terra será atravessada por uma rede de aranhas gigantes – energia eléctrica e linhas telefónicas".

"Este é o Sexto Sinal: A Terra será atravessada por rios de pedra que fazem imagens – auto-estradas com miragens causadas pelo Sol".

"Este é o Sétimo Sinal: Vocês ouvirão o mar se transformar em negro e muitas coisas vivas morrerão por causa disto – derramamento de petróleo nos oceanos".

"Este é o Oitavo Sinal: Vocês verão muitos jovens que usam cabelos longos como a nossa gente. Eles virão e se juntarão às nações tribais, para aprenderem novos modos e sabedoria – os hippies nos anos 60 e 70.”

"E este é o Nono e Último Sinal: Vocês ouvirão uma residência nos Céus, acima da Terra, que cairá com um grande estrondo. Aparecerá como uma Estrela Azul. Logo depois disto, as cerimónias do meu povo cessarão".

"Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está a aproximar-se. O mundo balançará para lá e para cá. O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras, com aqueles que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumo e fogo, como Pena Branco viu o homem branco fazer nos desertos, não muito longe daqui. Só os que virão causarão doença e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. Esses que ficarão e que vão morar nos lugares onde mora o meu povo estarão seguros. Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana (significa irmão branco desaparecido, esta lenda do Pahana parece estar intimamente relacionada com os Aztecas e a história de Quetzalcoatl, assim como outra lendas da América Central) voltará e trará com ele o amanhecer do Quinto Mundo. Ele plantará as sementes da sabedoria nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão a ser plantadas. Isto abrirá o caminho para o aparecimento do Quinto Mundo”.

A profecia Hopi refere que o aparecimento da Estrela Azul Kachina iniciará um período de grande purificação, um período em que a Terra será purificada e limpa da negatividade, em preparação para o surgimento do 5º Mundo (“virá quando Saquasohuh - estrela azul - Kachina dançar na praça e remover a sua máscara”).

Existe uma rocha saibrosa num penhasco perto de Second Mesa, que pertence à reserva Hopi no Arizona. Neste penhasco está gravada uma imagem do nosso passado, presente e futuro. Este local é mais comummente conhecido como a rocha da profecia Hopi.

A profecia desta rocha descreve dois tipos de caminhos: o caminho daqueles que pensam preferencialmente com cabeça e o daqueles que pensam mais com o coração. Podemos dizer que o primeiro caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério esquerdo do cérebro, privilegiando o pensamento analítico, enquanto que o segundo caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério direito, servindo-se mais do pensamento intuitivo. O homem moderno tem pouco equilíbrio porque vive numa sociedade em que o hemisfério esquerdo é o dominante. Actualmente damos mais ênfase ao raciocínio analítico e menos importância à intuição.
A profecia da rocha mostra um entroncamento no qual as pessoas vão ter de fazer uma escolha, ou continuam a pensar apenas com a cabeça ou decidem começar a pensar mais com o coração. Se escolherem o primeiro caminho, isso irá guiá-las à autodestruição, mas se escolherem pensar com o coração, então gradualmente regressarão ao estilo de vida natural e sobreviverão.

Links:

Vídeos:




Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte, as partes restantes encontram-se no YouTube.


Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Projecto Horizon : Evidências Científicas e Históricas

Através dos vídeos apresentados em baixo podemos constatar que existe um grande número de evidências científicas e históricas que suportam a iminência de uma catástrofe global.



Vídeos:

http://www.disclose.tv/action/viewvideo/12995/Horizon_Project__Pole_Shift__amp__Lost_Knowledge_1_8/



Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte, as partes restantes encontram-se no YouTube.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Actividade Solar


O ciclo solar é o ciclo que mostra a actividade do Sol ao longo de um período de aproximadamente 11 anos. Ao longo de um ciclo, o Sol passa por períodos alternados de alta e baixa actividade electromagnética, conhecidos por máximos e mínimos solares. Durante os máximos podem-se observar grandes quantidades de manchas solares, enquanto que nos mínimos podem-se passar semanas ou meses sem ocorrer qualquer manifestação de manchas. O crescimento ou período de subida até ao máximo tem uma duração aproximada de 4 anos, enquanto que o processo de descida do máximo ao mínimo é em torno de 6 ou 7 anos.

Há ciclos longos e curtos, de grande ou pequena intensidade; o período mais longo entre dois máximos foi de 17,1 anos (1788 - 1805) e o mais curto foi de 7,3 anos (1829 - 1837); em 1952 e 1989, o Sol mostrou uma forte actividade com violentas erupções, já em 1962 não se pôde ver quase nada sobre o Sol. O primeiro ciclo registado oficialmente iniciou-se em 1755, desde então até 2008 constituíram-se 24 ciclos. O ciclo mais activo, ou seja, com o máximo mais alto, foi o número 19, com uma média de 201 manchas em Março de 1958. O máximo mais baixo verificou-se no ciclo 6, com 48 manchas em Maio de 1816. O mínimo mais alto registado foi no ciclo 21, com 12,3 manchas em Setembro de 1986 e o mínimo mais baixo foi no ciclo 5 com 0,0 manchas em Dezembro de 1810.
A máxima duração de um ciclo solar registada é de 13 anos e 8 meses e pertence ao ciclo 4 (de Setembro de 1784 a Maio de 1798). O de menor duração foi o ciclo 2 com 9 anos exactos (de Junho de 1766 a Junho de 1775). O ciclo de subida mais rápida para o máximo foi o 22, que demorou apenas 2 anos e 10 meses. O ciclo de subida mais lenta foi o 5 com 6 anos e 9 meses. O ciclo 4 demorou 10 anos e 4 meses na descida do máximo até ao mínimo e o ciclo 7 foi o de mais rápida descida desde o máximo até ao mínimo, em apenas 4 anos.

Oficialmente, um novo ciclo começa sempre com o aparecimento de uma mancha solar de polaridade oposta às do ciclo precedente. O surgimento dessa mancha ocorre nas latitudes elevadas do Sol, perto dos pólos. As manchas do ciclo que finaliza normalmente agrupam-se próximo do equador do Sol. Durante algum tempo, cerca de 1 ou 2 anos, os ciclos que acabam e começam coexistem no Sol, enquanto um atinge o fim de vida, o outro ganha vida, mostrando assim o Sol manchas com polaridades invertidas e não-invertidas.

O Sol é a estrela central do Sistema Solar e determinou (e continua a determinar) tudo o que existe neste sistema. O Sol, tal como outras estrelas, é uma esfera de plasma que se encontra em equilíbrio hidrostático entre as duas forças principais que agem dentro dele: para fora a pressão termodinâmica, produto das altas temperaturas internas, e para dentro a força gravitacional.
A estrutura solar pode ser dividida em duas grandes regiões: o interior e a atmosfera. Entre estas encontra-se uma camada, que pode ser considerada a superfície, chamada fotosfera. O interior solar possui três regiões diferentes: o núcleo, a região radioactiva e a região convectiva. A energia solar é criada no núcleo. Neste, a temperatura e pressão são tão intensas que ocorrem reacções nucleares que transformam a massa em energia através da fusão nuclear. Destas, liberta-se radiação que é transportada para a superfície do Sol. Por cima da região convectiva encontramos a fotosfera. Esta é a camada exterior visível do Sol e tem um aspecto manchado devido às erupções turbulentas de energia à superfície. Na fotosfera, a emissão acontece em todas as bandas do espectro luminoso, produzindo a luz branca característica do Sol ao olho nu. As camadas superiores à fotosfera são chamadas de atmosfera solar. A cromosfera encontra-se acima da fotosfera. A energia solar passa por esta zona no seu caminho para fora do centro do Sol. Nesta, irrompem chamas e fáculas. A coroa é a camada externa da atmosfera solar e é nesta que aparecem as proeminências solares. A coroa não possui limite superior, pode-se dizer que ela se estende pelo Sistema Solar inteiro.
Radiação solar é a designação dada à energia radiante emitida pelo Sol, em particular aquela que é transmitida sob a forma de radiação electromagnética. Cerca de metade desta energia é emitida como luz visível na parte de frequência mais alta do espectro electromagnético e o restante na banda do infravermelho próximo e como radiação ultravioleta. A radiação solar fornece energia para a atmosfera terrestre, a qual, para além de suportar a vasta maioria das cadeias tróficas, sendo assim o verdadeiro sustentáculo da vida na Terra, é a principal responsável pela dinâmica da atmosfera terrestre e pelas características climáticas do planeta.
O Sol é uma estrela magnética, com um pólo norte e um pólo sul, além de um equador. Esta estrela gira e fá-lo muito rapidamente, apesar de a rotação nos pólos ser mais lenta do que no equador. O Sol, tal como o Sistema Solar, gira ainda em torno da Via Láctea. As linhas do campo magnético do Sol saem do Sol pelo pólo norte e reentram pelo pólo sul. Normalmente, a linha que une os pólos magnéticos está alinhada com o eixo de rotação do Sol. Mas, a cada 11 anos, quando o Sol atinge o máximo de actividade, os pólos magnéticos trocam de posição. Julgava-se que esta inversão era um processo rápido, mas observações de sondas indicam que, afinal, se trata de um processo gradual, que pode demorar até sete anos a concluir. Durante esta lenta inversão, a linha que une os pólos magnéticos – chamada de eixo magnético – começa por aproximar-se do plano do equador do Sol, acabando por passar pelo mesmo, terminando no pólo oposto. Ao contrário da Terra, as inversões dos pólos magnéticos solares são assim regulares, a cada 11 anos, embora se desconheçam ainda as razões de tal ocorrência.
O campo magnético do Sol engloba a Terra e os outros planetas numa gigante bolha magnética. E é esta bolha que nos protege das poeiras cósmicas que atingem o Sistema Solar. Quando o eixo magnético do Sol se encontra perto do plano do equador, uma maior quantidade de poeira interestelar entra no Sistema Solar, em comparação com quando o eixo se encontra alinhado com o eixo de rotação (ou seja, perpendicular ao equador). A entrada de mais poeira no Sistema Solar não causa perigo nem aos planetas, nem aos satélites, pois os grãos de poeira interestelar são minúsculos. No entanto, os astrónomos estimam que nos próximos anos, cerca de 40 000 toneladas de poeira poderão cair na Terra todos os dias. Mas a maior parte dessa poeira será tão pequena que se incendiará na atmosfera.

As manchas solares são áreas da superfície do Sol que apresentam uma temperatura inferior às outras regiões desta superfície e que possuem um intenso campo magnético (tendo assim dois pólos magnéticos, um norte e um sul), constituindo indicadores da actividade do Sol. A explicação oficial e, portanto, mais comum, apresenta o campo magnético associado à mancha como causa desta, considerando que este bloqueia o fluxo de energia proveniente do interior do Sol, causando a mancha.
As manchas solares podem surgir isoladas ou em grupos e o seu tamanho é bem diversificado, sendo geralmente maiores que a Terra. Algumas delas, inclusive, são tão grandes que são visíveis a olho nú. As manchas são de coloração avermelhada e não negras, esta ilusão de óptica dá-se por causa do contraste com as regiões vizinhas: só parecem escuras porque o resto da superfície solar é mais brilhante que as manchas. Uma mancha solar é um fenómeno temporário. As menores só existem durante algumas horas ou dia, enquanto que as maiores podem durar semanas ou meses. As manchas solares aparecem e desaparecem segundo um ritmo determinado. Ao começo do ciclo, as manchas aparecem nas proximidades dos pólos do Sol. Durante o ciclo vão-se aproximando do equador, zona onde termina o ciclo. Mas este não se produz com regularidade, há desigualdades.

Encontramo-nos actualmente no ciclo 24, que se iniciou em Janeiro de 2008. Este ciclo começou lentamente, com as suas primeiras manchas em Janeiro, Abril, Setembro, Outubro e Novembro. De Janeiro a Setembro de 2008 o Sol apresentou 22 grupos de manchas solares e 82% delas pertenciam ainda ao ciclo 23. Durante algum tempo os ciclos 23 e 24 irão conviver. Recentemente, foi afirmado que o mínimo solar já acabou. Segundo David Hathaway, da NASA, em Outubro foram observados cinco grupos de manchas solares. Enquanto que cinco grupos de manchas não representam nada de extraordinário, os cientistas consideraram tal um aumento significativo em comparação com vários meses de ausência total de manchas do ciclo 24, o que representa então um aumento real na actividade solar.

Curiosamente, 4 dos 5 maiores ciclos registados observaram-se nos últimos 50 anos e o há quem defenda que o ciclo 24 não deve fugir a este padrão, apesar de os cientistas estarem ainda indecisos sobre o quão activo será o novo ciclo. As previsões variam entre 75 a 160 manchas por dia durante o máximo solar. Quando o máximo solar irá ocorrer é ainda tema de debate, com algumas equipas de investigação a prever 2010, outras 2011 e outras 2012. Alguns cientistas acreditam que este será um ciclo intenso e que por isso alcançará o máximo mais cedo.
Os máximos solares podem ser intensos ou praticamente indetectáveis, parecendo não obedecer a um padrão óbvio. A chave para o mistério pode ser um cinturão transportador no Sol (o Grande Cinturão de Convecção do Sol) explicação apresentada por Dikpati, da Nasa. A Terra possui algo semelhante, o Cinturão Oceânico, uma rede de correntes de água que controla o clima. O do Sol é constituído por gás electricamente carregado, move-se em círculos do equador para os pólos e destes para o equador e parece controlar o ciclo das manchas solares. Aparentemente, quando uma mancha morre, deixa uma espécie de cadáver de campos magnéticos fracos. O topo do cinturão roça a superfície do sol, varrendo os campos magnéticos das manchas mortas. Os cadáveres são arrastados para os pólos para profundezas onde o dínamo magnético do Sol os amplifica e os torna prontos a voltar à superfície, como novas manchas. Apesar de a velocidade poder variar, tudo isto acontece de modo lento. Quando o cinturão se move mais rápido, tal significa que bastantes campos magnéticos estão a ser varridos e que um futuro ciclo de manchas solares será intenso. Esta é uma das bases para a previsão de Hathaway: o cinturão moveu-se rapidamente entre 1986 e 1996, campos magnéticos antigos foram varridos e devem reaparecer como grandes manchas solares em 2010. Hathaway concorda com Dikpati em como o próximo máximo solar será intenso, mas discorda da previsão de Dikpati de um máximo em 2012.

Hathaway e Wilson estudaram os registos da actividade geomagnética de há 150 anos para cá e encontraram uma correlação com a actividade solar que lhes permite prever aspectos dos ciclos solares, tais como quando serão os máximos solares. De acordo com as suas análises, o próximo máximo solar deverá ser em 2010, com cerca de 160 manchas solares por dia, com um desvio-padrão de 25. Isto tornaria o ciclo actual um dos mais fortes e activos dos últimos 50 anos. Para Hathaway, a constante observação das manchas solares que aparecerem a partir de agora até meados de 2009 deverão responder à questão de quando ocorrerá o máximo solar - o número de manchas solares deverá subir rapidamente se for um ciclo activo.

Os últimos três ciclos solares foram grandes ciclos, o que significa que tiveram mais que o número médio de manchas solares (a média situa-se entre as 110 e 120 manchas solares num dado dia durante o máximo do ciclo). O último ciclo solar, que atingiu o seu máximo entre 2000 e 2001, foi particularmente intenso, com um aumento de tempestades solares. A intensa actividade no máximo do ciclo solar tende a levar a uma menor actividade no fim do ciclo. Em 2007, a actividade solar permaneceu praticamente nula, já caracterizando o final do ciclo 23 e no final de Dezembro 2007 já estávamos na fase do mínimo solar.

Os ciclos de actividade solar mais intensa são caracterizados também portempestades solares, apesar de estas poderem acontecer a qualquer altura do ciclo solar. Nestas tempestades ocorrem erupções solares, que são explosões na superfície do Sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético. Estas explosões provocam ejecções de massa coronal - partículas de altas energias lançadas no espaço. A matéria ejectada pelo Sol e que se desloca pelo espaço é chamada de vento solar. Quando a actividade solar não é significativa, o vento solar é uniforme mas quando há distúrbios solares violentos, o vento solar pode alcançar velocidades muitas vezes superiores às observadas normalmente. Um fluxo de radiação electromagnética emitida pelo Sol chega constantemente à Terra e sofre a influência do campo geomagnético e da atmosfera terrestre, que impedem que o planeta seja atingido directamente e fazendo com que o vento solar flua em torno do campo. Mas quando o Sol apresenta um número elevado de erupções ou estas são violentas e nuvens de partículas solares de alta velocidade atingem o planeta, a magnetosfera terrestre pode alterar a sua intensidade e direcção. A radiação transborda a magnetosfera e ioniza outras regiões da atmosfera, provocando uma tempestade geomagnética que tem consequências electromagnéticas e climáticas. Podemos dizer que as tempestades solares levam a tempestades geomagnéticas na Terra.
Se este novo ciclo solar se revelar forte, tal é perigoso para os satélites (dos quais dependemos para previsões atmosféricas ou para sistemas de navegação através de GPS), para as comunicações de rádio e de telemóvel e para as redes eléctricas. O exemplo de consequência de tempestades solar e geomagnética mais conhecido aconteceu no Quebec (Canadá) em 1989, em que vários milhares de habitantes ficaram sem corrente eléctrica durante seis dias. Também as viagens aéreas podem ser afectadas: as tempestades produzem um grande efeito nas regiões polares da Terra. Quando os aviões voam sobre os pólos durante estas tempestades, podem sofrer períodos de total ausência de comunicações rádio, erros de navegação e falhas nos sistemas informáticos. Estas tempestades, se intensas, poderão assim criar um grande caos na Terra.
Em 3 e 4 de Novembro passado, a mancha solar nº 1007 libertou uma série de tempestades solares da Classe B. As tempestades solares são classificadas nas classes A, B, C, M ou X, de acordo com o seu pico, e cada classe é 10 vezes mais forte que a classe inferior. Esses eventos menores, classe B, são contudo fortes o suficiente para causar perturbações nas transmissões de rádio. As auroras boreais e austrais (espectáculos luminosos visíveis no céu) são bonitos efeitos colaterais das tempestades geomagnéticas. Durante o último máximo solar, estas foram vistas em latitudes tão baixas como a Flórida e a Califórnia, nos Estados Unidos, ou o Norte de Espanha e Sul de França, na Europa. Não há muito tempo, apenas no Árctico se podiam observar auroras com alguma regularidade.

Há quem relacione as previsões de um máximo solar intenso para 2012 com um evento solar de grandes proporções (com consequências directas e nefastas na Terra) predito pelos maias e outras antigas culturas. Apesar de conhecermos alguns mecanismos de funcionamento do Sol, o facto é que predominam as incertezas e a (aparente) inconstância da sua actividade. Podemos assim concluir que o Sol é um astro ainda bastante desconhecido e, portanto, misterioso, para o ser humano. Quem sabe os maias e egípcios não teriam razão ao ter esta estrela como divindade: aparentemente, o Sol não só lhes concedia a vida, mas também a morte.

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Simbologia Antiga - O Ouroboros


O Ouroboros é um símbolo que pode ser encontrado na antiga literatura esotérica e é representado por uma serpente, ou um dragão, que morde a sua própria cauda. É algumas vezes associado à expressão Hen to pan - o todo ou o um. A etimologia desta palavra é grega: ouros (cauda, apêndice) e boros (que come, que devora). Registos deste arquétipo foram encontrados entre muitas tradições e antigas culturas, tais como egípcios, druidas e indianos.
O Ouroboros está relacionado com a alquimia e é por vezes representado como dois animais míticos, mordendo o rabo um ao outro. Simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo e contém a ideia de movimento, auto-fecundação, continuidade e o eterno retorno. Representa também os ciclos encarnatórios da alma humana e é possível que o símbolo matemático de infinito tenha tido a sua origem nesta imagem.
A Via Láctea é a inspiração para o símbolo do Ouroboros. Mitos e textos antigos referem-se a uma serpente de luz que reside nos céus. Esta serpente de luz é a Via Láctea e no ponto central da galáxia, perto de Sagitário, é vista mordendo a própria cauda.
A nossa galáxia retém um imenso ciclo de tempo que termina em mudanças catastróficas. Os gregos chamavam a este fim de era Suntelia Aion. Segundo algumas fontes, a imagem de Suntelia Aion é um sol nascendo de dentro da boca do Ouroboros, o que ocorrerá no Solstício de 21 de Dezembro de 2012. Esta data está relacionada com o calendário maia, tornando-se assim uma data simbólica na evolução da consciência, dentro da alquimia do tempo. Historiadores antigos, especialmente Platão, referiram-se a um ciclo de eras pontuado por catástrofes.


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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Lawrence E. Joseph

Lawrence E. Joseph, autor do livro “2012 Ano do Apocalipse?”, é entrevistado num programa de rádio e fala-nos da pesquisa que realizou sobre o tema.
No vídeo apresentado em baixo, o autor revela-nos as suas fontes, entre elas, um geofísico russo. Conta-nos também a viagem que fez à Guatemala e as conversas que teve com xamãs descendentes dos antigos maias.





sábado, 29 de novembro de 2008

Crianças no Zimbabué Recebem Mensagens de Seres Alienígenas


Em 14 de Setembro de 1994, um OVNI foi avistado sobrevoando o céu da região sul de África. Dois dias depois, em 16 de Setembro de 1994, três objectos desconhecidos foram vistos por 62 crianças de uma escola primária situada em Ruwa, Zimbabué. O mais impressionante desta história foi que, a partir deste momento, as crianças do colégio passaram a desenhar discos voadores e seres extraterrestres nos seus trabalhos. Com estes desenhos, os professores e pais dos alunos descobriram que os estudantes tiveram contactos com seres alienígenas que aterraram perto da escola. Isto foi dito pelos próprios alunos do colégio e registado através dos seus desenhos.
As crianças viram no céu três objectos de cor prateada e com luzes vermelhas, que desapareciam e depois reapareciam em diferentes locais. Aos poucos estes objectos iam-se aproximando do chão, até que de repente as máquinas aterraram perto da escola. De acordo com o relato das crianças, os seres eram de pequena estatura, tinham pescoços magros, olhos pretos e grandes e caminhavam em direcção a elas em pequenos passos. Algumas das crianças tiveram medo, no entanto, os alienígenas comunicaram com elas de forma pacífica e por meio de telepatia.
John. E. Mack, que foi professor de Psiquiatria em Harvard e investigador destes fenómenos, entrevistou estas crianças e no final saiu convencido de que elas não tinham sofrido nenhum tipo de alucinação, nem estavam a mentir. Outro dado curioso é que, por essa altura em África, a cobertura que a comunicação social dava ao fenómeno OVNI era muito limitada e apesar das pessoas possuírem rádio, a maioria da população não tinha televisão em casa. Daí ser quase impossível estas crianças terem inventado tudo isto.
Segundo os alunos dessa escola, a mensagem que os extraterrestres passaram era a de que o planeta Terra corria perigo, pois o meio ambiente estava sendo destruído pelo homem. Uma das crianças conta que, na altura do contacto, pensou que os seres queriam contar-lhes algo sobre o nosso futuro, acerca de “como o mundo iria acabar, talvez porque nós não cuidamos do planeta, nem do ar”. Ela refere ter-se sentido muito mal quando chegou a casa nesse dia. “Era como se todas as árvores caíssem e não houvesse mais ar. As pessoas morriam. Esses pensamentos vieram dos homens, dos olhos daqueles homens” conta a criança.
A mensagem transmitida a estas crianças por estes seres parece coincidir com os avisos de algumas profecias descritas neste blog. Embora existam inúmeros casos de contactos entre seres humanos e alienígenas com o mesmo tipo de mensagens, este caso destaca-se por apresentar uma maior credibilidade.


Vídeos:







sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O Ponto Zero e a Mudança das Eras

A ciência tem vindo a reconhecer importantes mudanças no campo magnético da Terra. O ápice do processo, que segundo alguns especialistas deverá ocorrer em poucos anos, provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação da Terra e a inversão dos seus pólos magnéticos.
O geólogo norte-americano Greg Braden é um dos maiores investigadores do fenómeno. Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e tem demonstrado, com provas científicas, que a Terra tem estado a passar pelo Cinturão de Fotões e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Braden também apoia a ideia do aumento da Ressonância de Schumann. Para este, quando a Terra perder por completo a sua rotação e a Ressonância de Schumann alcançar o índice de 13 Hz, iremos encontrar-nos no que chama Ponto Zero do campo magnético. Segundo Braden, a Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direcção oposta. Isto produzirá uma total inversão nos campos magnéticos terrestres.

O campo magnético da Terra encontra-se a diminuir significativamente. Como um dos fenómenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo, Braden acredita que outra inversão deve estar para acontecer. O campo agora mede apenas 0,4 gauss. Nos últimos 30 anos, esse campo não tem só diminuído, mas está também a tornar-se irregular. Os pássaros, que o utilizam para migrar, estão agora a ir parar a outros locais. Ocorre o mesmo com outros animais, como os golfinhos e as baleias. Eles utilizam as linhas geomagnéticas para migrar. Estas, que estavam estacionadas por milhares de anos, agora mudaram. Algumas dessas linhas movem-se para áreas no interior dos continentes e essa é a razão pela qual muitas baleias e golfinhos têm encalhado nas praias. As linhas geomagnéticas, que sempre guiaram a sua migração, agora levam-nos para a terra. Nas últimas duas semanas de Setembro de 1994, o mundo experimentou uma oscilação do campo geomagnético. Pilotos de todo o mundo foram forçados a aterrar manualmente os seus aviões porque o campo geomagnético terrestre começou a mover-se. De Junho a Outubro e parte de Novembro de 1996, tivemos uma anomalia muito maior e mais longa. Especialmente durante Julho e Agosto daquele ano. O Pólo Sul estava realmente a mover-se. Alguém que tivesse uma bússola preparada, veria que o Pólo estava a mover-se numa base diária e, às vezes, horária. Em um ponto, de acordo com Greg Braden, o Pólo Sul realmente moveu-se para longe por poucas horas. Essa informação pode ser facilmente observada. Veja um mapa aeronáutico qualquer, em qualquer grande aeroporto, antes de Junho de 1996. Depois, pegue num novo (tiveram de refazer os mapas para poder aterrar os aviões) e compare-os. Você verá que a correcção de erro para o Pólo Norte magnético mudou, o que quer dizer que o Pólo Sul se moveu. Então, tudo ficou quieto até recentemente. Houve alguns momentos de oscilação, mas não muitos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. A Terra efectua um movimento de rotação em relação ao seu próprio eixo em 23h 56min 04s. Este movimento de rotação tem a direcção contrária à dos ponteiros do relógio (sentido directo) e origina a sucessão dos dias e das noites. A velocidade de rotação tem o seu valor máximo no equador e é nula nos pólos. Afirma-se que, depois do Ponto Zero, o Sol nascerá no Oeste e se porá a Este.Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registos ancestrais.
Greg Braden defende que as mudanças na Terra estão a afectar cada vez mais os nossos padrões de sono, relacionamentos, o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações eléctricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos. O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero. Durante o fenómeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de funcionar. Possíveis excepções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no "Ponto Zero" ou Energia Livre.
Para finalizar, Braden defende também que o nosso corpo físico está a mudar à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. O nosso DNA estaria a ser ampliado para 12 fitas na sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado. Como consequência, os seres humanos se tornariam mais intuitivos e com maiores habilidades curativas.

Vídeo:



Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte, as restantes encontram-se no Google Video.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Estaremos perto de uma nova Idade do Gelo?

Idade do Gelo ou Era Glacial é a designação dada ao período em que a Terra se encontra com uma atmosfera excessivamente húmida e quando tem os seus ajuntamentos de água bastante ampliados, mantendo assim uma temperatura muito baixa, diminuindo o nível dos oceanos e gerando condições de vida bastante inóspitas.
As glaciações são fenómenos climáticos que ocorrem dentro de uma era glacial, constituindo um período de frio intenso. A temperatura média da Terra diminui, provocando o congelamento de água nos pólos, aumentando assim a quantidade de gelo nas calotas polares, o que leva ao aumento dos glaciares nos pólos; em zonas montanhosas, próximas de regiões de neve perpétua, a quantidade de gelo também aumenta. Actualmente os glaciares ocupam 10% da área total do planeta, mas nos períodos glaciais o gelo cobria cerca de 32% de terra e 30% dos oceanos. As glaciações provocam grandes mudanças no relevo continental e no nível do mar.

As evidências para o conhecimento das mudanças climáticas da Terra estão gravadas nas profundezas dos oceanos e nas calotas polares. Os sedimentos marinhos revelam quanto gelo existia na Terra e fornecem pistas para as alterações da temperatura no passado. O gelo existente nos pólos também fornece alguma informação sobre as temperaturas. Uma das teorias apresentadas por cientistas sobre o funcionamento do clima terrestre é um desvio na órbita da Terra. Através do estudo das rochas e terra deixada a descoberto pelo retrocesso de um glaciar, os cientistas descobriram que a Terra passou, pelo menos, por três ou quatro idades do gelo. Ao repararem que o gelo tinha um movimento cíclico de avanço e retrocesso começaram a suspeitar que este facto estava relacionado com variações na órbita terrestre. Estas variações dão-se através dos movimentos de excentricidade, de obliquidade e de precessão. Estas pequenas variações na geometria da órbita terrestre afectam a quantidade de luz solar que cada hemisfério recebe ao longo do movimento da Terra em torno do Sol. Uma inclinação menor do eixo terrestre significa menor diferença da temperatura das estações do ano; maior inclinação significa maior diferença, ou seja, Invernos mais frios e Verões mais quentes.
Milankovitch, matemático sérvio, calculou a quantidade de luz recebida por cada secção de latitude do planeta em cada fase das variações orbitais da Terra. Concluiu que as idades do gelo surgem quando uma pequena parte do Hemisfério Norte, correspondente à latitude a que se encontram a baía de Hudson e o norte da Europa, recebe menos luz solar no Verão. Isto traduz-se em Verões curtos e frios que não conseguem derreter toda a neve acumulada durante o Inverno e que é suposta derreter. Esta neve acumula-se lentamente ano após ano e a cada vez mais extensa superfície branca reflecte a radiação de volta para o espaço. As temperaturas descem cada vez mais e eventualmente estão criadas as condições para uma nova era glacial. Baseado nos seus cálculos, Milankovitch previu que existiriam eras glaciais a cada 100 000 anos.
A idade precisa de cada uma das eras glaciais foi comprovada por uma série de fósseis de um recife de coral que se formou num oceano pouco profundo ao largo do Pacífico Sul durante os períodos quentes interglaciais. À medida que o clima se alterou e o frio tomou conta do planeta, mais e mais água congelava nos pólos, o nível dos oceanos baixou de modo a expor o recife de coral. Quando o gelo derreteu, o oceano aqueceu e outro recife cresceu. Isto repetiu-se à medida que se sucediam as eras glaciares. Com o avanço da tecnologia foi possível, através da datação do urânio presente no coral, determinar com exactidão a idade do mesmo e saber a localização temporal das idades do gelo. Os intervalos encontrados coincidiam com os propostos pela teoria de Milankovitch.

Segundo investigações, o fim do período de uma era glacial é dado pela mudança da humidade atmosférica, que diminui, gerando assim uma maior acumulação nos oceanos e originando o aquecimento a nível global. Entre as eras glaciais existem os períodos interglaciais em que a temperatura da Terra se eleva. O período em que vivemos nada mais é do que um interglacial. No entanto, encontramo-nos em vésperas de uma nova era glacial, já que o fim deste período interglacial, baseado nos cálculos das anteriores eras do gelo e na duração dos períodos interglaciares, se encontra próximo. Em média, a Terra experimenta 10 000 anos de era quente a cada 90 000 anos de era de gelo. A última era glacial terminou há cerca de 12 000 anos. A Terra tem experimentado no último século um período de aquecimento – muito provavelmente devido à acção humana com actividades que provocam o aumento da emissão de gases de efeito de estufa - quando, a esta altura, já deveria estar a iniciar a sua fase de esfriamento para entrar numa nova era glacial. Alguns climatólogos defendem que a temperatura média da Terra já deveria ser nesta altura 5ºC mais baixa.

Os períodos glaciais são antecedidos por grande pluviosidade e por curtos períodos bruscos de intenso aquecimento, acompanhados por alterações climáticas regionais notáveis e fenómenos meteorológicos extremos. Além dos cálculos de eras atrás referidos, outros dados parecem apontar para um eminente início de uma nova idade do gelo: a precipitação a nível global está a aumentar, o gelo encontra-se a aumentar em algumas regiões, a temperatura do mar encontra-se a diminuir e a Corrente do Golfo a enfraquecer, aquecimento e arrefecimento da Terra, fenómenos meteorológicos extremos em diversas regiões e diminuta actividade solar nos últimos anos.

Pode parecer desconcertante, face ao tão falado aquecimento global, mas a temperatura média da Terra tem diminuído lentamente durante a última década. O que está provado pelos climatologistas é que só houve um aquecimento entre 1974 e 1998. Todas as quatro agências que rastreiam a temperatura da Terra relatam que ela arrefeceu rapidamente em 2007: cerca de 0,8ºC. Se a temperatura não recuperar em breve, teremos de concluir que o aquecimento global está ultrapassado. Falta então saber se estamos perante uma pausa no aquecimento, ou se iremos continuar a descer nos próximos anos.
Quando se fala em aquecimento global, não quer dizer que este se dê em todos os lados e em todos os locais. Assim, o aquecimento existe mais a nível regional. Só partes da Ásia e Estados Unidos é que estão a aquecer, todo o resto do planeta está a arrefecer, essencialmente o Hemisfério Sul – este arrefecimento é relevante nos trópicos, pois é suposto que seja na atmosfera dos trópicos que fará mais calor devido ao aquecimento global antropogénico. As temperaturas do Hemisfério Norte mostram também uma tendência para estacionar ou mesmo descer. De tal modo que a temperatura média global apresenta uma ligeira tendência para continuar a descer. Ou seja, já não é apenas o Hemisfério Sul que contribui para a descida da temperatura média global.
As distribuições de temperaturas devem-se bastante a temperaturas das correntes oceânicas, como a Oscilação do Atlântico Norte (NAO). Houve uma predominância da fase positiva ou quente da NAO nos últimos 20 anos. Esta está a alterar a sua acção para uma fase negativa, característica de tempos mais frios. Há também a Oscilação Decadal do Pacífico, de baixa frequência, que acontece de 10 em 10 anos. Segundo alguns climatologistas, o clima global é também muito condicionado por esta oscilação na temperatura das águas do Pacífico. Esta oscilação está a caminhar para a sua fase negativa, ou fria, provocando Invernos cada vez mais rigorosos no Hemisfério Norte.
Actualmente, temos outro fenómeno a provocar anomalias climáticas em várias regiões da Terra, o La Niña (o oposto do famoso El Niño). Quando há um El Niño há um aquecimento global da troposfera. Acredita-se que foi devido ao La Niña que o último Verão foi fresco e chuvoso, por exemplo.

Ao contrário do que se pode pensar, e segundo alguns cientistas, a quantidade de gelo existente no planeta tem vindo a aumentar nas últimas décadas. De acordo com medições feitas por satélites, os lençóis de gelo de certas regiões da Gronelândia têm vindo a ganhar 6,4 cm por ano na sua espessura. Há quem defenda que este aumento é, por enquanto, uma recuperação do gelo perdido nos últimos anos devido ao aquecimento global, não constituindo assim, ainda, um aumento significativo.

O aquecimento a que a Terra tem sido sujeita talvez esteja a retardar o aparecimento do início de uma era glacial. O aumento de temperatura registado deve-se à elevada concentração de radiação solar na atmosfera terrestre provocada em grande parte pelo aumento do efeito de estufa. A energia adquirida espalha-se pelo globo aquecendo não só os oceanos, como também a atmosfera, contribuindo para o degelo dos glaciares, para a evaporação da água numas regiões (como a dos trópicos) e para a precipitação noutras. A questão fulcral reside no facto de que estas alterações vão influenciar aspectos como o movimento das massas de água dos oceanos. Com o aquecimento, está-se a perder a água das regiões equatoriais e a enviá-la para o Oceano Atlântico a latitudes mais elevadas. Esta nova massa de água altera as correntes existentes no Atlântico Norte provocando alterações na temperatura média da água, que tem vindo a diminuir consideravelmente. O Atlântico Norte é dominado pela Corrente do Golfo, uma massa de água quente que provém dos trópicos. A cerca de 40º Norte, à latitude de Portugal e Nova Iorque, a corrente divide-se. Uma pequena parte move-se para Sul produzindo uma corrente superficial, enquanto que a restante segue para Norte originando os ventos quentes que fazem subir as temperaturas da Europa. No entanto, ao inundar-se o oceano com uma nova massa de água que cai do céu, estamos a diluir estas correntes que nos aqueciam.
Ao comparar-se os dados actuais com outros estudos efectuados em 1957, 1981 e 1992, pode-se concluir que a quantidade de água quente que fluía para Norte teve uma diminuição de 30%. Esta diminuição é considerável e leva a que o Atlântico Norte seja mais frio e que a região compreendida entre a Baía de Hudson e a Europa do Norte sofra também com Invernos mais rigorosos. Podemos concluir que o aquecimento global pode contribuir para a diminuição da temperatura no Atlântico Norte. As correntes do Atlântico Norte são essenciais para a manutenção do equilíbrio climatérico do planeta. Se elas deixarem de existir podemos contar com uma diminuição súbita da temperatura. Se isto acontecer, nas próximas décadas teremos Invernos mais frios e severos no Hemisfério Norte.

Alguns investigadores defendem que a actividade solar nos últimos 20 anos não aumentou de forma significativa e que tem perdido força. Nos últimos anos têm sido observadas poucas manchas no Sol (o que não deixa de ser natural, pois estávamos a atravessar uma fase descendente do ciclo solar, a caminho do seu mínimo) e desde que a intensidade do vento solar começou a ser monitorizada, há cerca de 50 anos, ela nunca se encontrou tão baixa como em 2008. O vento solar é responsável por criar uma bolha chamada helioesfera, que envolve e protege o Sistema Solar dos raios cósmicos de alta energia provenientes do resto do Universo. Com o vento solar menos intenso, a bolha encolhe-se e fica mais fina, facilitando a passagem dos raios cósmicos. Em princípio, estamos a salvo na Terra, pois o nosso campo magnético e a nossa atmosfera protegem-nos. Existe um estudo que liga a quantidade de raios cósmicos à quantidade de nuvens na Terra. Segundo o mesmo, o bombardeio de raios cósmicos na nossa atmosfera favorece a criação de nuvens. Se a helioesfera enfraquecer, haverá um aumento de raios cósmicos e aumento de nuvens. Aumentar a capa de nuvens significa bloquear a quantidade de raios solares que penetram a atmosfera. O topo das nuvens acaba por refletir a luz do Sol de volta ao espaço e, como consequência, a Terra esfriaria. A hipótese é um tanto controversa, mas entre 1645 e 1715, aproximadamente, o número de manchas solares registado foi praticamente nulo e o período ficou conhecido como Mínimo de Maunder. Nesse mesmo período a Europa sofreu com temperaturas muito baixas e rios que normalmente são fluidos o ano inteiro congelaram durante muito tempo (como o Tamisa, em Inglaterra). O Mínimo de Maunder situou-se num período conhecido como Pequena Idade do Gelo da Europa.
O rápido declínio da temperatura em 2007 coincidiu com um mínimo solar um pouco mais prolongado (e com poucas manchas solares) e com a consequente demora do ciclo 24 em começar no tempo previsto. Tal não é prova de uma conexão causal mas revelou-se motivo de preocupação para alguns cientistas. A energia do Sol conduz o clima e a meteorologia na Terra. Hathaway concorda que as flutuações na actividade solar relacionadas com as manchas solares influenciam o clima da Terra, como o exemplo do Mínimo de Maunder. No entanto, apesar de ser o principal factor, o Sol não é o único que influencia o nosso clima: erupções vulcânicas, fenómenos como o El Niño ou a El Niña, correntes oceânicas, movimento de precessão, a acumulação de gases de estufa na atmosfera, entre outros. Daí não ser muito provável, para este investigador, que esta fase de mínimo solar leve a uma pequena idade do gelo. Até porque o ciclo 24 já começou a produzir manchas. Resta saber o que acontecerá quando regressarmos ao máximo solar, a pausa no aquecimento terrestre continuará?

Talvez seja um bocado prematuro falar de aquecimento ou arrefecimento global, pois o período de tempo para avaliar tal necessita ser muito mais alargado. No entanto, as opiniões existem e apesar das diferenças das mesmas entre investigadores, a que parece prevalecer é a de que "Estamos a aquecer para congelar”. Tal coloca-nos num período de pré-arrefecimento, que os próximos anos confirmarão ou não. Mesmo que não seja para já, uma nova idade do gelo nos aguarda e assim, a questão que aparentemente se pode colocar é: quando é que a Terra irá reentrar em força numa nova era glacial?


sábado, 22 de novembro de 2008

Ressonância Schumann

Em Física, Ressonância é a tendência de um sistema para oscilar em máxima amplitude em certas frequências - frequências ressonantes. O fenómeno da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas e tem aplicações importantes, a aplicação mais comum é na área das telecomunicações, em que as ondas electromagnéticas actuam como intermediárias na transmissão de informações.
A Ressonância Schumann (RS) consiste em ondas electromagnéticas armazenadas naturalmente na “cavidade” formada pela superfície da Terra e a superfície inferior da ionosfera terrestre, uma região constituída por cargas eléctricas provenientes da ionização da nossa atmosfera pela radiação electromagnética vinda do Sol. A Terra fica assim rodeada por este campo electromagnético, que possui uma ressonância. Num regime estacionário, que ocorre quando não se espera variação abruptas de campos electromagnéticos, estas ondas vibram com uma certa frequência de ressonância – Ressonância Schumann.
Mais especificamente, a RS é um conjunto de picos electromagnéticos de frequências extremamente baixas do campo electromagnético da Terra. Os picos são causados pela excitação gerada a partir de descargas eléctricas entre a superfície da Terra e a ionosfera. Enquanto as propriedades da cavidade electromagnética da Terra permanecem as mesmas, estas frequências também permanecem inalteradas. Parece haver uma mudança devido ao ciclo das manchas solares, já que a ionosfera da Terra responde ao ciclo da actividade solar. A RS está relacionada com a meteorologia: a ciência reconhece a RS como um indicador de variações de temperatura e de condições climáticas.
Desde o início do seu registo, e apesar de variar sensivelmente entre regiões geográficas, a RS manteve a sua frequência fundamental mais ou menos constante, na ordem de 7,8 Hz. Têm surgido informações de que, nos últimos anos, esta frequência começou a aumentar rapidamente, passando de 7,8 para 11 e para 13 Hz, com tendência para continuar a aumentar. Pensa-se que a RS esteja a aumentar devido a vários factores, sendo o principal a entrada de todo o sistema solar numa região cósmica com maior densidade de energia electromagnética, chamada Cinturão de Fotões. Este cinturão situa-se ao redor da estrela Alcione, o sol central da constelação das Plêiades, demorando cerca de 2000 anos para o nosso sistema solar atravessar este cinturão. Com a incidência de maior energia electromagnética cósmica, presente no cinturão, há um aumento da frequência da RS.
Verificou-se que as ondas do nosso cérebro vibram em faixas de frequências semelhantes às da RS. A existência de dados que correlacionam as actividades solares e geomagnéticas a determinados distúrbios de saúde reforça a possível (ou plausível) idéia de interacção entre a radiação na frequência da RS com o cérebro. O corpo físico do ser humano é um sistema mecânico-químico controlado por ondas electromagnéticas geradas no interior do seu cérebro. As nossas ondas electromagnéticas cerebrais podem estar em várias faixas espectrais:
1. Ondas Delta (0,1 a 3,5 Hz) - É uma onda utilizada pelos grandes iniciados. É a frequência mais baixa que o nosso cérebro pode atingir.
2. Ondas Teta (3,5 a 7 Hz) - Onda muito calmante. A pessoa encontra-se num estado mental onde começam aflorar os seus poderes paranormais, inclusive os de cura.
3. Ondas Alfa (7 a 14 Hz) - Onda calmante relaxante. A pessoa está em meditação, oração e introspecção.
4. Ondas Beta (14 a 25 Hz) - Onda mental stressante. A pessoa fica nervosa, agitada, stressada e cansada.
5. Ondas Hiper-Beta, ou Beta-2 (25 a 30 Hz) - Ondas associadas à loucura.
Verificou-se que enquanto 99% das pessoas “normais” testadas numa experiência tinham uma predominância de ondas cerebrais Beta, todos os yogues testados estavam a utilizar, no mínimo, uma predominância de ondas cerebrais Alfa: a única diferença entre os yogues e as outras pessoas estava exactamente nas frequências cerebrais dominantes. Todos os yogues testados estavam a utilizar ondas cerebrais de baixa frequência tipo Alfa, Teta ou Delta. Verificou-se que quanto mais alta a frequência das ondas cerebrais, mais agitada a pessoa se torna. Algumas autoridades médicas afirmam que o processo de loucura está directamente ligado com a predominância de ondas cerebrais mais altas do que Beta.

Para determinadas pessoas, entre elas cientistas, a Ressonância Schumann é a pulsação da Terra. Defendem que a Terra é um ser vivo que se encontra num processo de ascensão, sendo que este processo consiste exactamente num aumento da sua frequência de pulsação. O aumento da RS é assim visto como um aumento da frequência de vibração planetária, condição essencial à ascensão. Para estas, desde que o coração da Terra disparou, certos desequilíbrios ecológicos fizeram-se sentir com maior intensidade, como perturbações climáticas e maior actividade vulcânica e sísmica. Defendem também que o aumento da RS contribuiu para o crescimento de tensões e conflitos no mundo, aumento de comportamentos desviantes, de violência e de insanidade. Na mesma altura em que o valor das frequências da RS começou a subir, começou também a percepção por parte de muitas pessoas de que o tempo passa mais rápido. Esse sentimento não é ilusório, parece ser explicado pelo aumento da RS. Devido à aceleração da mesma, a jornada de 24 horas, actualmente é apenas de 12 horas e assim não conseguimos actualmente fazer durante um dia tudo o que fazíamos durante um dia há uns bons anos atrás.

Entretanto, têm surgido opiniões que refutam estes acontecimentos, tais como a existência de poucas referências qualificadas a respeito da suposta influência da RS sobre os seres humanos e a inexistência de gráficos com os valores aumentados da RS. No entanto, também circula a informação de que estes dados e o aumento da RS são assuntos secretos por parte de certos governos e instituições, exteriorizados por pessoas ligadas às investigações - daí a inexistência de provas. Se tal for verdade (e sabe-se o quanto certos governos e poderes gostam de esconder informações importantes), onde há fumo, há fogo…

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Deslocamentos e Inversões de Polaridade Magnética

Um dos aspectos presentes – seja literal ou metaforicamente - em algumas profecias e mitos, ou lendas, refere-se à inversão do sentido de rotação da Terra. Relativamente a muitos acontecimentos descritos por profecias e lendas, estes poder-se-ão explicar por um fenómeno conhecido por inversão de polaridade magnética, que pode estar associado à inversão do sentido de rotação. De facto, os pólos terrestres (quer geográficos, quer magnéticos, quer geomagnéticos) oscilam ao longo do tempo sendo que, por vezes, estas oscilações são bruscas e impactantes – deslocamentos de pólos e inversões de polaridade magnética.
O termo pólo geográfico designa cada uma das extremidades do eixo imaginário da Terra e esta possui dois: Pólo Norte, ou Árctico e Pólo Sul, ou Antárctico. Os pólos geográficos da Terra não coincidem com os seus pólos magnéticos. Os pólos magnéticos são dois pontos da superfície da Terra onde se encontram as suas linhas de forças magnéticas: pólo norte magnético (ponto variável à superfície da Terra no qual o campo magnético terrestre aponta na direcção vertical) e pólo sul magnético (ponto variável à superfície da Terra onde as linhas de força do campo magnético terrestre são dirigidas na vertical e para cima).


Relativamente aos movimentos de oscilação do eixo terrestre e, consequentemente, dos seus pólos, temos os movimentos de precessão e de nutação. A precessão é um movimento periódico do eixo de rotação da Terra, com um período de cerca de 25.800 anos, correspondente à variação da eclíptica (plano da órbita da Terra ao redor do Sol) em relação à linha do Equador: o eixo terrestre movimenta-se para trás em relação à esfera celeste. A nutação é um movimento oscilatório periódico do eixo de rotação em torno da sua posição média. A nutação tem uma amplitude de 18'' e um período de 18,6 anos, realizando a Terra mais de 1300 ciclos de nutação durante uma volta completa de precessão. Estes movimentos devem-se ao facto de a Terra não ser esférica, mas achatada nos pólos, o que em conjunto com as forças gravitacionais do Sol, da Lua e, em menor intensidade, dos outros planetas, provoca estes fenómenos.

O nosso campo magnético é uma das maravilhas menos compreendidas do universo. Sabe-se basicamente apenas que o nosso campo magnético é electromagnético: a Terra é um dínamo gigantesco com um pólo norte e um pólo sul. A Terra age como um enorme íman devido à existência de uma massa de ferro no seu núcleo. Este gira a uma velocidade apenas um pouco maior que as massas circundantes. O núcleo interno sólido da Terra tem um raio de 1200 km e "frota" no núcleo externo líquido; ambos estão formados principalmente por ferro. A temperatura do núcleo interno é superior à do externo, portanto, espera-se que o núcleo interno também seja líquido. Mas, dado que a pressão é maior que a do núcleo externo, o ferro não pode derreter-se. Pela transferência de calor, aparecem correntes convergentes no núcleo externo e estas geram um campo magnético que se reforça a si mesmo. O núcleo externo pode considerar-se como um dínamo auto-reforçante. As correntes eléctricas no núcleo geram a maior parte do campo magnético, embora 10% seja produzida por correntes da ionosfera. Ao longo das eras geológicas, a orientação do campo magnético terrestre (e o dos outros planetas) pode mudar, de modo que o pólo norte magnético se torna sul e vice-versa – um fenómeno conhecido como inversão de polaridade magnética. Mas não são só os pólos magnéticos que mudam, os geográficos também.

Segundo Charles Hapgood, em “The Path of the Polé” (obra elogiada por Albert Einstein, que escreveu o seu prólogo) a crosta da Terra sofreu repetidos deslocamentos e estes produziram-se de maneira bastante repentina, em questão de dias ou talvez de horas, levando a mudanças climáticas e geográficas em todo o planeta. Segundo Hapgood, isto é explicável se a casca exterior da Terra, que é virtualmente rígida, de vez em quando suportar um extenso deslocamento das camadas interiores viscosas, plásticas e possivelmente fluídicas. Quando estes deslocamentos acontecem, alguns continentes movem-se para os pólos e outros afastam-se deles, o que altera a geografia da Terra. Hapgood encontrou provas de três posições diferentes do Pólo Norte: durante a última glaciação da América do Norte, o pólo parece ter-se localizado na baía de Hudson, iniciando-se neste local há 50.000 anos, antes encontrava-se localizado no Mar da Gronelândia e anteriormente no distrito de Yukon, Canadá; parece que se moveu para o seu local actual no meio do Oceano Árctico, há 12 000 anos atrás, data que coincide com o final da última era glacial. Nessa altura, houve um congelamento repentino, em plena actividade, de todos os seres do Alaska (animais, plantas e pessoas), bem como alterações atmosféricas no Alaska de uma violência sem par. Hapgood apresentou dados de que o último movimento da crosta terrestre aconteceu nessa altura. Se o Pólo Norte muda, o Pólo Sul também muda, tendo sido encontrados dados que provam diferentes localizações do Pólo Sul.
Desde esta obra de Hapgood, têm-se descoberto mais evidências que comprovam estes deslocamentos da crosta. Um número considerável de antigas praias que agora se encontram em grandes elevações sobre o nível do mar - e às vezes longe das actuais costas - evidenciam mudanças verticais drásticas nas posições das massas da Terra. O geólogo P. Negris encontrou provas de praias em três montanhas da Grécia - Monte Hymeto, Monte Parnaso e Monte Geraneia.

Existem também registos geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas. Os deslocamentos dos pólos e as inversões de polaridade parecem então ser um facto comprovado por geólogos. Os cientistas concordam que a precessão afecta o campo magnético terrestre e que este parece mudar junto com a precessão. A intensidade do campo magnético aumenta e diminui num ciclo. Durante os últimos 2000 anos, a força do campo bipolar diminuiu 60%, o que pode significar que experimentamos um precursor de um novo intento de inversão de polaridade, que pode acontecer a qualquer momento.

Parece então existir um vínculo entre as eras glaciais, os deslocamentos de pólos geográficos, as inversões de polaridade magnética e a precessão. A causa de todas estas mudanças ainda não se revelou e quase todas as especulações conduzem a uma "força desconhecida". Existem porém algumas teorias para explicar o que impulsiona os deslocamentos e inversões: alterações drásticas no magnetismo solar que influenciam a Terra; massas de gelo num dos pólos ou em ambos que, ao acumularem-se, criam destabilização do balanço rotacional da Terra, causando uma derrapagem da crosta externa à volta do núcleo da Terra; um corpo celeste magnético incomum que passa muito próximo da Terra temporariamente, reorientando o campo magnético terrestre, de modo que arrasta a litosfera para um novo eixo de rotação; um cometa ou asteróide que atinge a Terra a alta velocidade num ângulo que permite o movimento da litosfera independentemente do manto ou que provoca um deslocamento total do eixo terrestre; perturbações da topografia entre núcleo e manto, talvez induzidas por uma rotação diferencial do núcleo e deslocamento do seu vector de eixo de rotação.

Para alguns, a inversão de polaridade magnética despoleta os movimentos da crosta terrestre e a alteração do movimento de rotação, para outros, a inversão magnética é secundária aos deslocamentos terrestres e à alteração de rotação. No primeiro caso, o cenário previsto após a inversão magnética dos pólos inclui a Terra a começar a mover-se para o outro lado; em consequência, a crosta terrestre exterior se arrancará e ficará a flutuar, solta; o planeta inclinar-se-á e ao olhar o céu parecerá que este "vem abaixo", como o descrevem as antigas escrituras; produzir-se-ão sismos colossais, montanhas se elevarão onde não havia nada, partes da Terra se abrirão e paralisarão, as montanhas irão desmoronar-se, vulcões entrarão em erupção em muitos lugares e, por fim, a maior catástrofe acontecerá, pois devido à inércia, o movimento dos oceanos não pode deter-se e uma gigantesca onda cobrirá a Terra.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A Profecia Maori


Os Maoris são o povo nativo da Nova Zelândia. Na língua maori, a palavra maori significa “normal”, “ordinário”. Em lendas e outras tradições orais, a palavra distinguia os seres humanos mortais de divindades e espíritos. A religião tradicional Maori concebia que tudo, incluindo elementos naturais e todos os seres vivos, está conectado por uma descendência comum, através de uma genealogia ou whakapapa. De acordo com o seu sistema de crenças, todas as coisas possuem uma força vital ou mauri.
A tradição maori fala-nos também de uma profecia relacionada com grandes mudanças na Terra para o tempo actual. De forma inequívoca, as suas lendas retratam tempos em que a Terra foi abalada por todas as formas possíveis de desastres naturais e, segundo os anciãos, tais acontecimentos voltarão a acontecer. A profecia maori diz-nos que um fogo irá explodir através dos céus. Irá rugir como a maior explosão jamais ouvida pela humanidade. Irá criar ventos ciclónicos que, por sua vez, destruirão as infra-estruturas da civilização, tal como a conhecemos. O véu que separa o mundo físico do espiritual desaparecerá. E, mais uma vez, o nascimento de uma nova era.
No último quarto de século, temos assistido a grandes mudanças climáticas e os desastres naturais têm vindo a aumentar de forma global, as estatísticas revelam-nos que nos últimos anos houve um aumento do número de tempestades, terramotos e um incremento da actividade vulcânica. Todos estes factos levam-nos a pensar que algo está a acontecer no nosso planeta e que talvez todas estas lendas e profecias não sejam assim tão absurdas.
Apesar de, hoje em dia, quase ninguém valorizar as lendas e profecias dos antigos, verificamos que, em muitos detalhes, elas são semelhantes a muitas teorias científicas acerca do passado e do nosso futuro imediato, adquirindo assim um certo grau de credibilidade. Os cientistas, novamente, parecem estar atrasados em relação à descoberta de determinadas informações, há muito tempo conhecidas pelas civilizações antigas. Assim, enquanto os cientistas procuram, dentro do seu cepticismo exagerado e arrogante, provas para tudo, não confiando em alguns aspectos da sabedoria antiga, atrasam-se. E, agora, mais do que nunca, o tempo parece ser crucial para todos nós.
Os Maori, tal como outras culturas antigas, parecem possuir conhecimentos secretos e um entendimento, uma compreensão sobre a vida e o universo, que o homem ocidentalizado, de alguma forma, perdeu ao longo dos anos. Mais uma vez, uma cultura antiga revela o mesmo tipo de profecias, será tudo isto uma mera coincidência? Ou fará parte de um conhecimento há muito esquecido e partilhado por todos estes povos ancestrais?

sábado, 1 de novembro de 2008

Mapa Astrológico do Solstício de Inverno de 2012

Dado que a data do Solstício de Inverno de 2012 tem sido apontada como a data de transição entre a era actual e a próxima, apresentamos aqui um mapa astrológico dessa data, o qual nos remete para importantes reflexões.

Legenda: mapa astrológico para 21 de Dezembro de 2012, 11h12 GMT, Amesterdão. O padrão planetário será o mesmo para qualquer localização, apenas serão diferentes o ascendente e a divisão das casas.


Em 21 de Dezembro de 2012 o centro da Via Láctea estará a 0 graus do signo Capricórnio do Zodíaco Ocidental. 0 graus de Capricórnio é o ponto do Zodíaco onde o Sol se encontrará durante o Solstício de Inverno. Assim, o Sol estará exactamente no centro da galáxia. De acordo com os Maias, o centro da galáxia é o útero cósmico: o local de morte, transformação, regeneração e renascimento.

Aspectos principais do mapa:

O Sol está a 0 graus de Capricórnio, o ponto do Solstício de Inverno. Faz um sextil com Neptuno, mesmo no início de Peixes. Isto é quase um exacto sextil. A orbe tem menos de meio grau. Este aspecto pode apontar para uma experiência espiritual, uma perda ou ambas.
A configuração mais importante que encontramos no mapa é um Yod. Isto é também chamado o “Dedo de Deus”. No mapa, é parecido com uma seta e indica mudanças e transformações. O Yod consiste em:
- Um quincúncio (aspecto de 150 graus) entre Júpiter e Plutão;
- Um quincúncio entre Júpiter e Saturno;
- Uma oposição central (aspecto de 180 graus) entre Júpiter e a conjunção Mercúrio/Vénus.
Os dois quincúncios são quase exactos, eles têm uma orbe de menos de meio grau. De facto, o quincúncio entre Júpiter e Plutão é exacto em 21 de Dezembro de 2012.

Interpretação do mapa astrológico:

- Plutão é o planeta da transformação radical, morte e renascimento.
- Saturno é o planeta do reino terreno e das experiências de aprendizagem, especialmente as de natureza mais dolorosa.
- Júpiter é o planeta da expansão, é o foco do yod, o planeta que recebe as fortes energias dos outros planetas envolvidos. Também amplia as energias dos outros planetas envolvidos (especialmente Saturno e Plutão). Este yod indica processos de transformação que podem ser dolorosos para muitas pessoas.
Júpiter tem um papel central porque é o foco principal da energia. Isto indica mudanças nos nossos sistemas religiosos, nos sistemas de crenças e nos sistemas filosóficos. Júpiter abrange todos estes aspectos.

- Uma outra configuração notável é uma quadratura em T, com Neptuno como foco central:
- Júpiter faz uma quadratura (aspecto de 90 graus) com Neptuno;
- Neptuno faz uma quadratura com Vénus;
- Vénus opõe-se a Júpiter, esta é a oposição central que activa o yod.
Por isso Neptuno - o planeta da espiritualidade, ascensão, confusão e inundações - é também um planeta crucial neste mapa astrológico.

Podemos assim concluir que algo muito importante a nível mundial acontecerá nesta data…
Nota: mapa astrológico elaborado por Roeland de Looff

domingo, 26 de outubro de 2008

As Mensagens dos Círculos nas Colheitas


“Círculos nas colheitas” é um termo usado para referir os conjuntos de figuras geométricas desenhadas em grandes campos de cultivo. Estas figuras são melhor observadas de um ponto alto, fazendo pouco sentido quando observadas ao nível da plantação.
O círculo na colheita mais antigo que foi registado está representado numa gravura do século XVII intitulada de “O Demónio Ceifador”. A imagem representa uma criatura estranha que cria um desenho circular num campo de trigo. Este fenómeno enigmático foi observado em vários países de todo o mundo, começando pela Inglaterra na década de 1970. A partir daí passou a ser mais conhecido e a ter uma maior repercussão mediática.
Têm-se especulado várias opções para a procedência dos círculos. Alguns defendem que estas formações são de origem extraterrestre e sugerem que eles não estão tentando comunicar connosco a nível consciente mas sim a um nível mais profundo. Os círculos seriam mensagens codificadas em símbolos, tendo a função de, entre outras, despertar potenciais no inconsciente colectivo da humanidade. Outros sugerem que as figuras foram realizadas durante a noite por humanos, sem serem vistos. Uma última explicação é a de que os círculos foram criados por acção do vento e de outras causas atmosféricas. Esta hipótese parece ser pouco credível uma vez que existem padrões altamente organizados e inteligentes, que não poderiam ser criados pelas forças da natureza.
Em 1991, dois ingleses, Doug Bower e Dave Chorley, apareceram na imprensa dizendo que teriam sido os autores dos círculos. De facto, eles provaram que podiam fazer círculos simples com uma corda e uma tábua, só que quando questionados sobre como teriam feito os círculos mais complexos, eles pareciam não dar uma resposta muito convincente. Não é realmente difícil fazer esses círculos estando equipado de cordas, marcadores que brilham no escuro e GPS (e já existem grupos formados com esse objectivo), mas é bastante improvável que seres humanos consigam fazê-los em tão grande número, com tanta precisão e em tão pouco tempo, sem serem descobertos. Mais um aspecto importante é o facto de nunca conseguirem reproduzir, na frente de toda a gente, a perfeição dos círculos que eles alegam ter feito anteriormente.
Sabe-se hoje que cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, ano após ano, e invariavelmente sobre ou muito perto de sítios arqueológicos de milhares de anos de idade. Geralmente aparecem no verão, no início da época de colheita, em locais onde as linhas magnéticas da Terra se cruzam. São em lugares amplos, abertos e de fácil acesso. Nessas épocas várias pessoas acampam para observar os campos à noite e já aconteceu aparecerem desenhos complexos numa noite apenas, a poucos quilómetros de onde os pesquisadores estavam acampados e ninguém se ter apercebido de nenhuma movimentação por perto.
O trigo encontrado nos campos de cultivo tem sido objecto de estudo com o objectivo de descobrir a procedência destas formações. Nos círculos considerados genuínos, as plantas são dobradas sem vincos e sem quebras e continuam a crescer na mesma direcção. Também não se verificam pegadas humanas nem marcas de pneus de automóveis. As plantas dentro do círculo são afectadas por um tipo de radiação que as fazem aquecer de dentro para fora, como se estivessem num microondas, existem ainda outras anomalias, tais como alterações químicas, sementes alteradas geneticamente, etc. Algumas pessoas relatam, ainda, sentir estranhas sensações ao aproximarem-se dessas formações. É também conhecida, nos campos de cultivo, a presença de estranhas bolas de luz e alguns defendem que são esses objectos inteligentes que criam as figuras. O avistamento de luzes estranhas no céu na proximidade destes círculos levou a que muitos investigadores associassem as formações geométricas nas colheitas com o fenómeno OVNI.
Segundo investigadores, alguns dos desenhos encontrados em Inglaterra e em outros países estão relacionados com calendários e profecias de antigas culturas nativas americanas. Recentemente, um pesquisador de círculos mostrou um desses desenhos a um chefe de uma tribo hopi, uma tribo indígena norte-americana, e para seu espanto, o chefe mostrou-lhe que tinha algo de muito semelhante, algo que fazia parte da tradição e profecias de seus antepassados. Ele explicou-lhe que, na opinião dele, estes círculos são avisos dos “deuses” para uma época de grandes mudanças na Terra.
Para além de haver uma ligação entre o fenómeno dos círculos e a simbologia esotérica antiga, foram também reconhecidos possíveis mapas das estrelas ou astronómicos e alinhamentos planetários (um exemplo disso são formações que indicam a posição dos planetas em 21 de Dezembro de 2012). Em 2004, na Grã-Bretanha, em Silbury Hill, perto de Stonehenge, foi descoberto um controverso círculo, extremamente bem elaborado, de proporções enormes e de alguma complexidade. Na opinião de vários especialistas na matéria, esta figura faz uma directa referência ao calendário Maia e aos seus símbolos. Este majestoso círculo de mais de 150 metros de diâmetro evoca irresistivelmente a simbologia dos antigos calendários Maia e Azteca, apontando para o final desta era e para mudanças dramáticas na Terra.
Apesar de vários destes círculos serem fraudes criadas por humanos, muitos deles parecem também ser genuínos, com características que os distinguem claramente e que os tornam credíveis. Este é, portanto, um fenómeno intrigante e que merece toda a nossa atenção e estudo. As formações geométricas parecem querer transmitir-nos uma mensagem importante, talvez apelem para uma mudança no comportamento do ser humano e nos deixem um aviso de que uma grande transformação estará prestes a acontecer.


Link:
http://www.cropcircleconnector.com/interface2005.htm

Vídeos:



sexta-feira, 17 de outubro de 2008

As 7 Profecias Maias


Observação: ler o meu comentário acerca da veracidade destas profecias.

Há quem defenda que os Maias nos deixaram uma mensagem escrita em pedra que contém profecias, divididas em 7 partes, o que levou a que fossem também conhecidas por as 7 Profecias Maias. Estas profecias parecem basear-se nas conclusões dos seus estudos científicos e religiosos sobre o funcionamento do universo e relacionam-se com uma mudança de ciclo. Esta mensagem profética tem uma parte de alerta e outra de esperança. A mensagem de alerta profetiza o que vai acontecer nos tempos em que vivemos. A de esperança fala sobre as mudanças que devemos efectuar para impulsionarmos a humanidade para uma nova era. Os Maias pareciam saber o que ia acontecer no nosso tempo e, talvez por esse motivo, deixaram-nos orientações para que nós, de modo individual, contribuamos para levar a humanidade para o amanhecer de uma nova era.

A 1ª profecia fala sobre o final do medo, afirmando que este mundo de ódio e materialismo terminará a 21 de Dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer do planeta como espécie pensante ou evoluir para a integração harmónica com o universo, compreendendo que somos parte desse todo e que podemos existir numa era de luz. Diz-nos que a partir de 1999 nos restam13 anos para realizarmos as mudanças de consciência e atitude de que nos falam, para que possamos nos desviar do caminho da destruição pelo qual avançamos para um outro que abra a nossa consciência.
Os Maias sabiam que o nosso Sol, a que chamavam " Kinich-Ahau", é um ser vivo que respira e que a cada certo tempo se sincroniza com o universo. Ao receber uma manifestação de luz do centro da galáxia brilha mais intensamente, produzindo na sua superfície o que os cientistas chamam de manchas solares e mudanças magnéticas. Os Maias dizem que isso acontece a cada 5125 anos e que a Terra é afectada pelas mudanças do Sol mediante o deslocamento do seu eixo de rotação. Previram que com esse movimento haveria grandes catástrofes. Para esta civilização, o processo universal, como a respiração da galáxia, é cíclico e nunca muda. O que muda é a consciência do ser humano, que passa através dos ciclos num processo em direcção a maior perfeição. Com base nas suas observações, previram que 5125 anos no futuro a partir da data inicial da sua civilização (3113 a.C.) o Sol, ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da Via Láctea, mudará a sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda. Para este dia a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que os Maias nos deixaram e só de maneira individual podemos atravessar esta porta que permite evitar a grande catástrofe que a Terra vai sofrer para dar início a uma nova era, a um Sexto Ciclo do Sol.
Os Maias asseguravam que a sua civilização era a 5ª iluminada pelo Sol - que viviam assim no Quinto Ciclo Solar – e que antes tinham existido 4 civilizações que foram destruídas por grandes desastres naturais. Achavam que cada civilização é apenas um degrau para a ascensão da consciência colectiva da humanidade. Para os Maias, no último desastre a civilização teria sido destruída por uma grande inundação, que deixou apenas alguns sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Pensavam que ao conhecer o final desses ciclos, muitos humanos se preparariam para o que vinha e que graças a isso haviam conseguido conservar sobre o planeta o ser humano.
A 1ª profecia Maia fala-nos também do "tempo do não-tempo", um período de 20 anos chamado "Katún" que corresponde aos últimos 20 anos do ciclo de 5125 anos. Profetizaram que neste Katún apareceriam bastantes manchas solares e que a humanidade entraria num período de grandes aprendizagens, de grandes mudanças e que a nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiriam para essas mudanças acontecerem. A profecia diz que essas mudanças irão acontecer para que possamos entender como funciona o universo e para que avancemos para níveis superiores deixando para trás o materialismo e o sofrimento. A 1ª profecia anunciou que 7 anos após o início do Katún começaria uma época de escuridão que todos nós enfrentaríamos e que as palavras dos seus sacerdotes seriam escutadas por todos nós como orientação para o despertar. Eles falam dessa época como o tempo em que a humanidade entrará no grande salão dos espelhos, uma época de mudanças para que o homem se enfrente a si mesmo para que veja e analise o seu comportamento com ele mesmo, com os outros e com a natureza. Uma época para que toda a humanidade por decisão consciente de cada um decida mudar e eliminar o medo e a falta de respeito de todas as nossas relações.
Este Katún, que teve início em 1992, já está quase no fim da sua duração total e permite-nos verificar até que ponto foram cumpridas as profecias e, consequentemente, decidirmos se merecem suficiente credibilidade. Segundo o Chilam Balam (livro sagrado Maia), após 7 anos do início do último Katún (1999) as catástrofes na Terra (sismos, furacões e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente. O eclipse de 11 de Agosto de 1999 inaugurou de facto um período de cataclismos naturais: sismos de elevada intensidade por toda a Terra, cheias e incêndios devastadores.

A 2ª profecia anuncia que o comportamento de toda a humanidade mudará rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de Agosto de 1999. Este foi um eclipse sem precedentes na história pelo alinhamento em cruz cósmica com o centro da Terra de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos 4 signos do Zodíaco que são os signos dos 4 evangelistas, os 4 guardas do trono que protagonizam o Apocalipse segundo São João. Os Maias sustentavam que a partir desse eclipse, o homem perderia facilmente o controle ou então alcançaria a sua paz interior e tolerância evitando os conflitos.
Esta profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará e acelerará a vibração em todo o universo para conduzir a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no Sol e mudanças psicológicas no ser humano que mudará a sua forma de pensar e de sentir. Serão transformadas as formas de relacionamento e de comunicação, os sistemas económico-sociais, as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá defrontar-se com os seus medos e angústias para os solucionar e assim poderá sincronizar-se com o ritmo do planeta e do universo. A humanidade irá concentrar-se no seu lado negativo e poderá ver claramente as coisas ruins que têm estado a fazer, esse é o primeiro passo para mudar de atitude e conseguir a unidade que permite o surgimento de consciência colectiva. A 2ª profecia afirma ainda que se a maioria da população mudar o seu comportamento e se sincronizar com o planeta serão neutralizadas as mudanças drásticas que serão descritas nas seguintes profecias. As profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudança de rumo para evitar que isso se torne realidade.

A 3ª profecia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta provocando mudanças climáticas, geológicas e sociais de magnitudes sem precedentes e a uma velocidade assombrosa. Os Maias disseram que esse aquecimento se dará por vários factores. Alguns deles por acção do ser humano que, por falta de sincronismo com a natureza, produzirá processos de auto-destruição. Outros factores serão gerados pelo Sol que, ao acelerar a sua actividade pelo aumento da sua vibração, vai produzir mais irradiação e aumentar a temperatura do planeta. O comportamento do ser humano será crucial para suportar o aumento geral da temperatura causada também pela sua própria conduta.

A 4ª profecia diz que o aquecimento do planeta causará o derretimento do gelo dos pólos terrestres. Se o Sol aumentar os seus níveis de actividade acima do normal haverá uma maior produção de ventos solares, mais erupções desde a coroa do sol, um aumento na irradiação e um incremento na temperatura do planeta. Os Maias basearam-se no giro de 584 dias do planeta Vénus para efectuar os seus cálculos solares. Vénus é um planeta facilmente visto no céu, pois sua órbita encontra-se entre a Terra e o Sol. Eles deixaram registado no Códice de Dresden que a cada 117 giros de Vénus, marcados a cada vez que o planeta aparece no mesmo ponto no céu, o sol sofre fortes alterações e aparecem grandes manchas e ventos solares e advertiram que a cada 5125 anos são produzidas alterações ainda maiores e que quando isto ocorrer o ser humano deverá estar alerta, pois é o presságio de destruição e mudanças. A acção do ser humano e os fenómenos solares produzirão mudanças no clima e um aumento da temperatura, o que causará um aumento do nível dos mares produzindo inundações e modificação morfológica dos continentes. Os Maias previram que esta seria a forma como o planeta se limparia.
O aumento da temperatura já começou, relatórios científicos de diversas fontes o confirmam, mas um aumento da temperatura como este que vem ocorrendo não muda rapidamente os níveis de água em todo o planeta, será um processo que levará vários anos. A única coisa que poderia mudá-los seria uma mudança súbita na posição da crosta terrestre sobre seu núcleo central. Isso já ocorreu algumas vezes no planeta, mudando a posição dos pólos.

A 5ª profecia diz que todos os sistemas baseados no medo, sob as quais está fundamentada a nossa civilização, se transformarão dando lugar a uma nova realidade de harmonia. O ser humano está convencido de que o universo existe só para ele, que a humanidade é única expressão de vida inteligente e por isso age como depredador de tudo o que existe.
Os sistemas falharão para que o ser humano se enfrente a si mesmo e veja a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar no caminho da evolução que nos levará a entender a criação. Actualmente, quase todas a economias do mundo estão em crise e foi desencadeada uma onda especulativa. Existem então situações de alto risco no sistema económico. Se a isso acrescentarmos o aumento na actividade do Sol, que pode causar danos irreparáveis nos satélites e nas comunicações de rádio e de televisão, a situação complica-se. A rede eléctrica é especialmente sensível à actividade solar. O sistema de electricidade é a coluna vertebral das sociedades contemporâneas, se um falhar, falharão todos. Portanto, a economia e a comunicação são sistemas frágeis e interconectados com todos os outros.
Imaginemos como reagiria a nossa sociedade a todos esses acontecimentos simultâneos. A comida ficaria escassa, as comunicações seriam impossíveis, a economia ficaria paralisada, a maioria de nós perderia o juízo e teria início uma desordem civil que pela quantidade de pessoas envolvidas ultrapassaria as expectativas e os controles civis e militares do governo. Essa situação de descontrole total modificaria para sempre todos os sistemas da sociedade. O novo dia galáctico é anunciado por todas as religiões e cultos como uma época de luz, paz e harmonia para toda a humanidade. Assim, tudo o que não produza este resultado deve desaparecer ou transformar-se.

A 6ª profecia diz que nos próximos anos aparecerá um cometa cuja trajectória colocará em perigo a própria existência do ser humano. Os Maias viam os cometas como agentes de mudança que vinham para equilibrar o movimento existente para que certas estruturas se transformem permitindo a evolução da consciência colectiva. O ser humano está constantemente enfrentando situações inesperadas que geram sofrimento, o que é um modo de conseguir que ele reflicta sobre a sua relação com o mundo e com os outros. Assim ao longo de muitas experiências em muitas vidas ele entenderá as leis naturais da razão e da criação. Para os Maias, Deus é a presença da vida em todas as formas e sua presença é infinita. O cometa foi também anunciado por várias religiões e culturas, assumindo diferentes nomes. Se o cometa aparecer é possível que a sua trajectória o leve a chocar com a Terra ou então que por meios físicos ou psíquicos consigamos desviar a sua trajetória. Um dos alertas dos Maias foi para prevenir o ser humano do perigo de não conhecerem as órbitas e os períodos de grandes resíduos que se cruzam com a trajectória da Terra. Eles sabiam que para o homem moderno, descobrir com antecedência asteróides tão grandes que pudessem causar a sua extinção, poderia levá-los a tentar desviá-los e então tal seria uma das maiores façanhas da história humana e o facto crucial que nos uniria como espécie.

A 7ª profecia fala-nos do momento em que o sistema solar, no seu giro cíclico, sai da noite para entrar no amanhecer da galáxia. Diz-nos que nos 13 anos que vão desde 1999 até 2012, a luz emitida desde o centro da galáxia sincroniza todos os seres vivos e permite-lhes concordar voluntariamente com uma transformação interna e produzir novas realidades e que todos os seres humanos têm a oportunidade de mudar e romper as suas limitações através do pensamento. Os seres humanos que voluntariamente encontrarem o seu estado de paz interior, elevando a sua energia vital, levando a sua frequência de vibração interior do medo para o amor, poderão captar e se expressar através do pensamento e com ele florescerá o novo sentido. A energia adicional do raio emitido pelo centro da galáxia activa o código genético de origem divina nos seres humanos que estejam em alta frequência de vibração, este sentido ampliará a consciência de todos os seres humanos gerando uma nova realidade individual, colectiva e universal.
A capacidade de ler o pensamento entre os humanos revolucionará totalmente a civilização, desaparecerão todos os limites, terminará a mentira porque ninguém poderá ocultar nada, começará uma época de transparência e de luz. Desaparecerão as leis e controles externos como a polícia e o exército porque cada ser se tornará responsável pelos seus actos e não será preciso implementar nenhum direito ou dever pela força. Será formado um governo mundial e harmónico com os seres mais sábios e evoluídos do planeta, não existirão fronteiras nem nacionalidades, terminarão os limites impostos pela propriedade privada e não será necessário dinheiro como maneira de intercâmbio, serão implementadas tecnologias para o controle da luz e da energia e com elas se transformará a matéria produzindo de modo simples tudo que fôr necessário e para todos. Com a comunicação através do pensamento haverá um supersistema imunológico que eliminará as baixas vibrações do medo produzidas pelas doenças, prolongando a vida do ser humano. A nova era não precisará da aprendizagem inversa, produzida pelas doenças e sofrimento que caracterizaram os últimos milhares de anos da história.
O respeito será o elemento fundamental da cultura, transformará o indivíduo e a comunidade e dará à humanidade a oportunidade de se expandir pela galáxia. As manifestações artísticas, as ocupações estéticas e as actividades recreativas comunitárias ocuparão a mente do ser humano. Nesse momento compreenderemos que somos parte de um único organismo gigantesco e iremos conectar-nos com a Terra, uns com os outros, com o nosso Sol e com a Via Láctea. Todos os seres humanos entenderão que os reinos mineral, vegetal e animal e toda a matéria espalhada pelo universo são seres vivos com uma consciência evolutiva. Todas as relações serão baseadas na tolerância e na flexibilidade, porque o ser humano sentirá os outros seres como parte de si mesmos.

Todas as profecias procuram assim uma mudança na mente humana, o universo está a gerar todos estes processos para que a humanidade se expanda pela galáxia compreendendo a sua integridade fundamental com tudo o que existe.

Vídeo:


http://video.google.com/videoplay?docid=4101054650025733885&ei=PypvSqHiO4GyqQLepIjvCw&q=las+7+profecias+mayas