sábado, 4 de outubro de 2008

Mistérios do Passado: Arqueologia Proibida

Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias), a Atlântida terá sido uma avançada civilização que existiu em períodos tradicionalmente classificados de pré-históricos. Platão conta-nos que, segundo um sacerdote egípcio, o povo da Atlântida viveu numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava. Muitos acreditam que os Atlantes foram precursores dos Egípcios, Aztecas e Maias e que terão transmitido alguns dos seus avançados conhecimentos a estas civilizações antigas antes de terem desaparecido numa catástrofe global.
Ao examinar antigos mapas, documentos, registos arqueológicos e escritos históricos, podemos encontrar indícios de que a humanidade é muito mais antiga do que aquilo que frequentemente se supõe. Evidências geológicas sugerem-nos que, provavelmente, a nossa história terá de ser reescrita. Um exemplo claro disso são os padrões de erosão apresentados pela grande esfinge, Egipto: estes padrões revelam sinais de desgaste provocados pela queda de chuva ao longo de muitos anos e uma vez que estamos a falar de um deserto, isso só terá sido possível muito antes da data comummente aceite para a sua construção, logo a esfinge será muito mais antiga do que aquilo que os “peritos” afirmam.
Existe uma relação entre a Astronomia e a Mitologia, o homem antigo usou o “conhecimento lunar” (intuição) em oposição ao homem moderno que usa predominantemente o ”conhecimento solar” (lógica) para interpretar o universo. O homem antigo tinha uma mentalidade completamente diferente (mas igualmente válida), possuía uma perspectiva holística, ou seja “ver o quadro todo” em vez de partir o universo nas suas partes constituintes, como é hábito da lógica.
Dentro desta ideia de civilizações fundadas no conhecimento lunar e de exaustivas observações baseadas em astronomia, muitos autores tentam explicar aquilo que as culturas antigas realizaram no passado, ligando os mitos fundamentais a ocorrências astronómicas, tais como a precessão dos equinócios.
A evidência de uma antiga cultura que existiu provavelmente 10.000 anos a.C. desafia a percepção moderna de que os nossos antepassados eram atrasados, com falta de inteligência e de avançados níveis de comunicação, ou seja, em geral inferiores a nós.

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Vídeos:


Nota: este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as partes restantes encontram-se no YouTube.



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