domingo, 15 de fevereiro de 2009

2012: Ciência ou Superstição?


2012: Science or Superstition? - Watch today’s top amazing videos here
Este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as restantes partes encontram-se no YouTube.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mistérios do Egipto


Um cuidadoso exame dos sítios chave mundiais de pirâmides revelam que elas são sofisticadas estruturas harmónicas, não somente espelhando as posições dos planetas e sistemas estelares, mas também destinadas a representarem os chacras e cavidades harmónicas do corpo humano. Mesmo cada pedra dentro da Grande Pirâmide de Giza, no Egipto, é harmonicamente sintonizada a uma frequência específica ou tom musical.
A Grande Pirâmide de Quéops é considerada por muitos como sendo um gigante calendário de pedra que conta a história do mundo e que descreve o chamado "Ciclo Phoenix" da nossa órbita galáctica. Uma linha completa de tempo da evolução da humanidade desde os últimos 4000 anos está escrita, em pedra, directamente nas passagens internas da Grande Pirâmide. Isto não está escrito em palavras, mas sim através do uso de um sistema numerológico compreensivo.
O grande corredor da pirâmide parece mostrar os acontecimentos mais importantes da história mundial, mesmo tendo em conta que foi construído antes de 2000 a.C. O grande corredor/calendário parece também mostrar que estamos a chegar ao fim deste ciclo temporal. Na Câmara do Rei existe um túmulo vazio que se acredita ser o símbolo do fim da morte. Os autores Robert Bauval e Adrian Gilbert sugerem que a Grande Pirâmide funciona como um relógio estelar precessional e que a forma como esta está disposta no terreno aponta para uma determinada era do ciclo precessional. A era que corresponde a 12 500 anos atrás, como é indicado pela Grande Pirâmide, seria uma era na qual os primeiros egípcios estariam especialmente interessados (isto teria sido quando as 3 pirâmides de Giza estavam alinhadas com a constelação de Órion).
Existe também quem defenda que a Grande Esfinge foi construída por volta de 10 500 a.C. e que a sua forma de leão seria uma referência definitiva à constelação e à era de Leão. Consequentemente, a orientação e disposições da Esfinge, pirâmides de Gizé e do rio Nilo, com relação uns aos outros no chão é interpretada como uma imagem espelhada exacta ou "mapa" das constelações de Leão, Órion (cinturão) e da Via Láctea.

Estudos do Zodíaco no templo de Dendera e o antigo Livro dos Mortos egípcio mostram que os Egípcios acreditavam na natureza cíclica do “fim do mundo”e alguns sugerem que eles previram uma data para o final do ciclo actual - fim de Dezembro de 2012.


O Zodíaco de Dendera demonstra que os Egípcios tinham conhecimento acerca da precessão dos equinócios. O Zodíaco mostra o movimento do sol (nos dias de equinócio) através das constelações. Segundo Patrick Geryl, o Zodíaco astronómico dos Egípcios descreve a data exacta dos anteriores cataclismos na Terra e as suas consequências.