sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Alinhamento Galáctico

O alinhamento galáctico em questão é o alinhamento do Sol no Solstício de Inverno de 2012 com o centro da Via Láctea, no Equador galáctico (linha análoga ao Equador terrestre, que divide a nossa galáxia em duas partes). Um alinhamento com estas características apenas acontece uma vez a cada 26 000 anos e coincide com o fim do calendário de Conta Longa dos maias.

A Via Láctea é a galáxia onde está localizado o nosso Sistema Solar. É uma estrutura em espiral constituída por cerca de duzentos biliões de estrelas e divide-se em seis partes: núcleo, bolbo central, disco, braços espirais, componente esférico e halo.
O núcleo tem a forma de uma esfera achatada e é uma fonte de intensa radiação electromagnética, provavelmente devido à existência de um buraco negro no seu centro. O disco é a parte mais visível da galáxia e é nesta estrutura que repousam os braços da Via Láctea. As estrelas do disco têm um movimento de translação em volta do núcleo, todas as estrelas que observamos no céu nocturno estão localizadas no disco galáctico.
Até 2008 acreditava-se que a Via Láctea possuía 4 braços mas afinal parece que possui apenas dois braços estelares principais: o braço Perseus e o braço Centaurus. Os demais braços foram reclassificados como braços menores ou ramificações. Esses dois braços principais contêm uma enorme concentração de estrelas jovens e brilhantes. Desta forma, a Via Láctea é classificada como sendo uma galáxia espiral e os seus braços estão em movimento rotatório em torno do núcleo, à semelhança de um grande cata-vento. É no braço menor de Órion que está localizado o nosso sistema solar. O Sol – e com ele o sistema solar - efectua uma rotação completa em torno do núcleo a cada 200 milhões de anos, à velocidade de 225 Km/s, estando localizado a cerca de 27 mil anos-luz do centro galáctico.
A Via Láctea descreve como um todo um movimento de rotação (apesar de os seus componentes não se deslocarem à mesma velocidade) e está inserida no chamado Grupo Local de galáxias, que é constituído por cerca de trinta galáxias; as principais são a Via Láctea e a Andrómeda (estas duas galáxias espirais gigantes orbitam um centro de massa comum).

Em termos de mitologia maia, a Via Láctea representa a Grande Mãe Cósmica, a partir da qual toda a vida nasceu e o seu centro representa o útero cósmico. No interior do centro galáctico existe uma nebulosa região escura de pó e nuvens, semelhante a um corredor escuro, conhecido actualmente por Dark Rift e conhecido pelos maias por Xibalba Be ou Caminho Escuro.


Relativamente ao alinhamento há quem defenda que, mais precisamente, o Sol no Solstício de Inverno de 2012 atingirá um determinado ponto no fundo do Dark Rift e parecerá nascer do mesmo, do “Canal de Nascimento Galáctico”. É como se o Sol nascesse de novo do útero cósmico. Para alguns, a constelação de Cygnus é importante neste alinhamento: esta encontra-se localizada no topo do Dark Rift, podendo significar o local do nascimento cósmico.
Este alinhamento pode representar então o Ponto Zero no relógio cósmico, marcando o início de uma nova era evolucionária. Diz-nos que um novo Sol nasce, que um novo ano madruga, que um novo ciclo galáctico começa, que há uma transformação da Terra.
Assim, este alinhamento galáctico pode ser antes descrito como um alinhamento do Sol com o Dark Rift e 2012 indica o ano em que estes estarão alinhados, em conjunto com o fim do ciclo actual de Precessão.

Até porque como o centro galáctico é grande, o Sol também é grande e os movimentos são lentos, um alinhamento entre o Sol e o centro da Via Láctea decorre durante muitos anos e o alinhamento entre o Sol e o Equador galáctico ocorre durante 36 anos. John Major Jenkins promoveu a ideia deste alinhamento cósmico, considerando que este é determinado pela Precessão dos Equinócios. Este movimento altera a posição dos Equinócios e Solstícios em um grau a cada 72,2 anos; a posição destes move-se 360 graus em 26 000 anos, o que significa que se movem 0,01 graus por ano. Por isso este alinhamento ocorre aproximadamente durante 36 anos, entre 1980 e 2016 - Zona de Alinhamento Galáctico.
Além do mais, de acordo com cálculos astronómicos recentes, o meridiano do Solstício coincidiu mais precisamente com o Equador galáctico em 21 de Dezembro de 1997… Deste modo, a ideia do alinhamento do Sol com o Dark Rift parece fazer mais sentido.

Para os defensores da evolução humana cíclica, mais especificamente da evolução da consciência da humanidade, este tempo na nossa galáxia é em torno de 26 000 anos, chegando a afirmar que o sistema solar se movimenta ao redor da Via Láctea em 26 000 anos… Para estes, estamos a chegar ao fim de um ciclo de 26 000 anos e iremos iniciar um novo a partir de 2013. Um dos seus principais argumentos é o de que, segundo os maias, no fim de um ciclo de 26 000 anos a Terra se aproxima do centro da galáxia e este processo cria uma transformação na Terra e na mente das pessoas, pois o Sol e a Terra são bombardeados por raios cósmicos provenientes deste centro galáctico. Defendem que isto está a acontecer actualmente, que estamos num período de transição para uma nova era e que esta transição é um acontecimento cósmico que envolverá todo o nosso sistema solar e Via Láctea.

Em várias culturas ancestrais, o Solstício de Inverno era comemorado: o menor dia do ano, a partir do qual a duração dos dias começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. O Solstício de Inverno de 2012 parece ser uma data com significado especial na cosmologia maia, talvez relacionada com a Precessão dos Equinócios em relação a outros corpos celestes. Esta data pode ser um indicador de uma fase no período de transição entre eras – o processo de nascimento da nova era e o início do novo ciclo de precessão.

Vídeo:


Este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as restantes partes encontram-se no YouTube.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

2012: Ciência ou Superstição?


2012: Science or Superstition? - Watch today’s top amazing videos here
Este vídeo apresenta apenas a 1ª parte do documentário, as restantes partes encontram-se no YouTube.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mistérios do Egipto


Um cuidadoso exame dos sítios chave mundiais de pirâmides revelam que elas são sofisticadas estruturas harmónicas, não somente espelhando as posições dos planetas e sistemas estelares, mas também destinadas a representarem os chacras e cavidades harmónicas do corpo humano. Mesmo cada pedra dentro da Grande Pirâmide de Giza, no Egipto, é harmonicamente sintonizada a uma frequência específica ou tom musical.
A Grande Pirâmide de Quéops é considerada por muitos como sendo um gigante calendário de pedra que conta a história do mundo e que descreve o chamado "Ciclo Phoenix" da nossa órbita galáctica. Uma linha completa de tempo da evolução da humanidade desde os últimos 4000 anos está escrita, em pedra, directamente nas passagens internas da Grande Pirâmide. Isto não está escrito em palavras, mas sim através do uso de um sistema numerológico compreensivo.
O grande corredor da pirâmide parece mostrar os acontecimentos mais importantes da história mundial, mesmo tendo em conta que foi construído antes de 2000 a.C. O grande corredor/calendário parece também mostrar que estamos a chegar ao fim deste ciclo temporal. Na Câmara do Rei existe um túmulo vazio que se acredita ser o símbolo do fim da morte. Os autores Robert Bauval e Adrian Gilbert sugerem que a Grande Pirâmide funciona como um relógio estelar precessional e que a forma como esta está disposta no terreno aponta para uma determinada era do ciclo precessional. A era que corresponde a 12 500 anos atrás, como é indicado pela Grande Pirâmide, seria uma era na qual os primeiros egípcios estariam especialmente interessados (isto teria sido quando as 3 pirâmides de Giza estavam alinhadas com a constelação de Órion).
Existe também quem defenda que a Grande Esfinge foi construída por volta de 10 500 a.C. e que a sua forma de leão seria uma referência definitiva à constelação e à era de Leão. Consequentemente, a orientação e disposições da Esfinge, pirâmides de Gizé e do rio Nilo, com relação uns aos outros no chão é interpretada como uma imagem espelhada exacta ou "mapa" das constelações de Leão, Órion (cinturão) e da Via Láctea.

Estudos do Zodíaco no templo de Dendera e o antigo Livro dos Mortos egípcio mostram que os Egípcios acreditavam na natureza cíclica do “fim do mundo”e alguns sugerem que eles previram uma data para o final do ciclo actual - fim de Dezembro de 2012.


O Zodíaco de Dendera demonstra que os Egípcios tinham conhecimento acerca da precessão dos equinócios. O Zodíaco mostra o movimento do sol (nos dias de equinócio) através das constelações. Segundo Patrick Geryl, o Zodíaco astronómico dos Egípcios descreve a data exacta dos anteriores cataclismos na Terra e as suas consequências.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Códice de Dresden, Vénus e manchas solares

O Códice de Dresden é o mais elaborado e o mais importante dos códices maias e apresenta, entre outros, registos de natureza astronómica, como detalhadas tabelas de eclipses da Lua e o ciclo de Vénus. Este ciclo era importante para os maias: existem seis páginas no Códice de Dresden dedicadas ao cálculo preciso da localização de Vénus.

Vénus era conhecido como planeta desde os tempos pré-históricos (para os sumérios e babilónios era Dil-i-pat, para os chineses era Jīn-xīng) e os seus movimentos no céu eram conhecidos pela maioria das antigas civilizações. Vénus pode ser visto na Terra poucas horas antes do amanhecer (quando recebe o nome de Estrela da Manhã ou Estrela d'Alva) ou pouco depois do anoitecer (quando recebe o nome de Estrela da Tarde ou Estrela Vésper). Nos períodos em que Vénus está mais brilhante pode ser visto durante o dia, sendo um dos dois únicos corpos celestes que podem ser vistos tanto de dia como de noite (sendo o outro, a Lua). Vénus apresenta diferentes fases de uma forma parecida às da Lua.
Vénus tem uma órbita parecida com um círculo, ao contrário dos outros planetas que exibem órbitas elípticas. Este planeta gira sobre si mesmo lentamente num movimento de Este a Oeste (sentido horário) ao invés de Oeste a Este (sentido anti-horário) como os demais planetas (excepto Urano e Plutão). O ciclo entre duas inclinações máximas dura 584 dias (período sinódico). Depois de 584 dias, Vénus aparece numa posição a 72° da inclinação anterior. Depois de 5 períodos de 72° em uma circunferência (5 x 584 = 2 920 dias), Vénus regressa ao mesmo ponto do céu, a cada 8 anos (8 anos de 365 dias cada = 2 920 dias). Este período era conhecido no antigo Egipto como o ciclo Sothis.
Os Trânsitos de Vénus acontecem quando este planeta cruza directamente o caminho entre a Terra e o Sol, eclipsando-o, e são eventos astronómicos relativamente raros. Os trânsitos só podem ocorrer em Junho ou Dezembro, sendo estes os momentos em que Vénus cruza a eclíptica (o plano em que a Terra orbita ao redor do Sol). Os Trânsitos de Vénus ocorrem numa sequência que se repete a cada 243 anos, com pares de Trânsitos espaçados de 8 anos seguidos de 2 longos intervalos de 121,5 e 105,5 anos. O presente par de trânsitos é o de 8 de Junho de 2004 e 6 de Junho de 2012. Carl Calleman refere que existe uma profecia maia que diz que um novo mundo de consciência nascerá na ocasião do trânsito de Vénus de 2012, alertando também para o facto de o primeiro e último katuns do actual Ciclo de Conta Longa testemunharem estes raros trânsitos.

Vénus é um dos mais importantes corpos celestes observados pelos maias (provavelmente deu-se-lhe mais importância em conjunto com o Sol), a que chamaram Chak ek (a grande estrela). Os maias pensavam que as posições de Vénus e de outros planetas tinham influência sobre a vida na Terra e eles e outras culturas pré-colombianas programaram as suas guerras e outros eventos importantes, como coroações, baseando-se nas suas observações.

Para alguns, o verdadeiro tema do Códice de Dresden é o ciclo das manchas solares. Maurice Cotterell, reconhecido escritor, engenheiro e cientista, realizou uma descodificação deste códice que aponta nesse sentido. Ele suspeitou que a variação dos campos magnéticos do Sol traz consequências à vida na Terra e desenvolveu um programa que processou as observações dos campos magnéticos da Terra e do Sol, chegando a gráficos que mostram ciclos de 1 366 560 dias, número este que surge em destaque no Códice de Dresden. Este número pode ser factorizado em dois dos calendários usados pelos maias, o Tzolkin de 260 dias e o Haab, de 365 dias.

Nas páginas deste Códice, os maias mostram um ciclo (de 2920 dias) em 5 grupos de 584 dias cada e tudo indica que utilizaram o ciclo de Vénus de 584 dias para fazer os seus cálculos solares. Apresentam que a cada 117 giros de Vénus (117x584 = 187,2 anos ou 68 328 Kins = 68 328 dias) o Sol apresenta mudanças, enormes manchas e aumento dos ventos solares. Mostram ainda que a cada 1 872 000 Kins, ou 5125 anos, as mudanças no Sol são maiores (com direito a inversão magnética), sendo estas sinónimo de mudança e destruição na Terra. 2012 fecha um ciclo de 5125 anos.
Descobriu-se que os maias tinham outro sistema de contagem dos dias, chamado Nascimento de Vénus. Este calendário era dividido em meses (uinals) de 20 dias, anos (tuns) de 360 dias (cada ano com 18 meses) e longos períodos de 7200 dias (katun = 20 anos) e de 144 000 dias (baktun = 394,5 anos). O número 13 era importante para eles, que acreditavam que, com o nascimento de Vénus após 13 baktuns (aproximadamente 5125 anos, o Ciclo de Conta Longa), o mundo chegaria ao fim. Segundo a cronologia maia, a era actual começou em 13 de Agosto de 3113 a.C. (data que marca o nascimento de Vénus) e deve terminar a 21 de Dezembro de 2012, data em esta estrela morrerá simbolicamente, ou, segundo linguagem astronómica, quando Vénus desaparecer por trás do horizonte ocidental, no mesmo instante em que a constelação das Plêiades nascerá a Este.
Ernst Förstemann, funcionário da biblioteca de Dresden que em 1880 estudou o Códice de Dresden, achava que a cadeia de dias organizada pelo calendário sagrado não correspondia a nenhum ritmo celeste - embora o número 1 366 560 e a chamada data de nascimento de Vénus (então fixada em 13 de Agosto de 3113 a. C.) também lhe tivessem chamado a atenção.
Cotterell concluiu que Vénus deve ter sido monitorizado pelos maias para auxiliar o acompanhamento dos ciclos das manchas solares, dado esperarem a inversão magnética solar após um determinado número de ciclos. Vénus parece ser então um indicador para encontrar o ano correcto dos cataclismos e não tem nenhuma influência nos mesmos.

Para os maias, Deus (a quem chamavam de Hunabku) é a energia radiante existente no núcleo da Via Láctea e, de lá, emite ordens que nos são transmitidas através dos raios solares. Assim, o Sol não seria apenas a fonte e o sustentáculo da vida, mas também o mediador da informação que chega até ele de outros sistemas estelares através da energia radiante.
Recentemente, os físicos aperceberam-se da influência de radiações que atravessam a Via Láctea. A astrofísica actual descreve essas radiações como ondas de densidade que varrem a galáxia e influenciam a sua evolução: em princípio, toda a formação estelar deve-se a essa radiação. Esta está também comprometida com a evolução da Terra e da vida: vem-se espalhando pela galáxia e, sempre que atravessa o Sol, altera a sua dinâmica e também a energia radiante que banha a Terra. Muitos acreditam que essas diferentes radiações conseguirão explicar como o desenvolvimento da vida na Terra se foi moldando: "Cada vez mais compreendemos que o formato das folhas das árvores, por exemplo, foram moldados não apenas por selecção natural aqui na Terra, mas pela acção da galáxia como um todo", afirma o físico e matemático Brian Weimme.
De facto, sabemos que a vida depende da luz solar, mas o Sol transmite muito mais do que luz. Ele irradia também raios cósmicos através do espectro electromagnético. Estes potentes raios têm o poder de transformar átomos e poderiam matar toda a vida na Terra se não existisse um escudo protector na atmosfera – a camada de ozono. Esses raios provocam reacções nucleares na atmosfera e transformam os átomos de nitrogénio que a compõem numa forma mais pesada de carbono, cujo peso fica 14 (C14), ao invés dos 12 (C12) normais. Embora se comporte como o carbono comum, que é importante para a vida, o C14 é radioactivo. Em alguns momentos de alta actividade solar, que geram muitas manchas no sol, essa radiação solar diminui; noutros momentos, onde há menos actividade solar, essa radiação aumenta. Ao determinar a regularidade dos ciclos de aparecimento e desaparecimento de manchas solares, Cotterell apercebeu-se de que todos os momentos de apogeu e de declínio de grandes civilizações coincidiram com alterações na actividade solar.

Os Maias adoravam o sol como deus da fertilidade. Segundo Cotterell, há várias evidências de que o sistema endócrino de mulheres privadas de Sol durante grandes períodos sofrem grandes alterações, afectando severamente a produção de estrogénio e de progesterona - hormonas ligadas à fertilidade e à menstruação - e a produção de melatonina - hormona ligada ao biorritmo, à sincronização. A provar esta teoria, há um artigo publicado na revista New Scientist, em Junho de 1989: Stefania Follini passou quatro meses numa caverna no Novo México; o seu dia tinha a duração de 35 horas, intercalado com períodos de sono de aproximadamente dez horas; ela perdeu 7,7 kg e houve interrupção do seu ciclo menstrual; Follini também pensou ter passado somente dois, e não quatro meses, dentro da caverna.
Deste modo, para Cotterell, a ascensão e a queda das idades do mundo e das civilizações coincidem com os ciclos das manchas solares. Defende que a redução da actividade solar (que teve efeitos mais severos nas regiões equatoriais) causou diminuição da fertilidade dos maias, mutações genéticas (um dos filhos do rei-profeta Pacal Votan nasceu com seis dedos em cada mão) e o rápido desaparecimento da sua civilização. Por volta de 900 d.C., a civilização maia começou a sofrer um declínio de população e os seus centros urbanos foram abandonados por motivos até hoje misteriosos. Os seus habitantes voltaram à vida simples nas aldeias no campo, onde os seus descendentes vivem até hoje.
Se a teoria de Cotterell for verdadeira, revela-se assombroso, porque a actividade solar é uma matéria ainda parcialmente conhecida pelos astrónomos actuais.

A civilização maia acreditava em ciclos recorrentes de criação e destruição: a cada ciclo de 5125 anos finaliza uma humanidade (ou raça) na Terra - primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte, o Sol. A recriação do mundo na nossa era actual deu-se em 3113 a.C. e termina a 21 de Dezembro de 2012. Com catástrofes ou não, começamos a entender que a chamada adoração ao Sol por parte desta civilização era, na realidade, o reconhecimento de que este astro lhes transmitia muito mais do que luz e calor. Talvez seja importante não desprezar a sabedoria destes cientistas extraordinários que eram os maias.